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 PROMOÇÃO -"Sangue Azul" - Se o Capitão Nascimento lesse pediria pra sair. - Geração Editorial Geração Editorial

out 1, 2010
Editora Leitura

PROMOÇÃO -"Sangue Azul" – Se o Capitão Nascimento lesse pediria pra sair.

PROMOÇÃO:

Corrupção, morte, injustiça, revelações e ação. São alguns elementos que estão inseridos no cotidiano da Polícia Militar do Rio de Janeiro. E a Geração Editorial explora esse cenário real com o impressionante livro-reportagem  “Sangue Azul – morte e corrupção na PM do Rio de Janeiro”.

Na tela dos cinemas. http://www.youtube.com/watch?v=kBgd-FOSStE

E  você pode ganhar um exemplar através da promoção:

Para concorrer é simples, basta seguir a @geracaobooks no Twitter e dar RT na frase a seguir:

http://migre.me/1u9id -PROMOÇÃO SANGUE AZUL.Participe e concorra ao chocante livro sobre a PM do RJ -@geracaobooks (rt e follow p/concorrer)

(clique aqui para tuitar)

O resultado será realizado no dia  15/10, às 17h, através do site sorteie.me e publicado aqui no blog.

A vencedor da Promoção foi Gustavo Magno – @guga_magno

Devido a alguns contratempos o sorteio foi realizado hoje, 18/10/2010 às 16:40:48 , por @geracaobooks, através dos usuários que retuitaram http://migre.me/1u9id

Conheça um pouco do livro:

Chocante e arrasador.

Na cidade ‘maravilhosa’ das Olimpíadas de 2016 há um monstro em gestação. Cuidado: falta pouco para nos engolir.

Quem se impressionou com o “Tropa de Elite“, vai se chocar agora, definitivamente, com este relato perturbador e terrível. O policial militar da ativa Rubens – mas não se iluda, ele não se chama Rubens e não será identificado por motivos óbvios – relata sua vida e você espera então que ele discorra sobre heroísmo no combate ao crime, aos traficantes, aos assaltantes, aos corruptos.

Mas nada disso acontece. Após a suave autoapresentação, esse falso Rubens abre sua autobiografia com a narrativa crua e apavorante de uma cena dantesca: o massacre impiedoso de pessoas provavelmente inocentes, ou que, se culpadas, deveriam ser levadas a julgamento.

Inevitável a lembrança de, por exemplo, filmes de Quentin Tarantino – o sangue jorra, rostos se desfiguram, corpos se estilhaçam. Mas não estamos, infelizmente, diante de um filme bem humarado e satírico. Aqui, é tudo brutalmente real. Despudoradamente real. Escandalosamente real.

“Sangue Azul – morte e corrupção na PM do Rio” trata da guerra civil não declarada que já existe no Rio de Janeiro e que, até agora, abate pricipalmente pobres, favelados ou não. Vemos aqui, pela voz de um deles, a história de policiais militares (os tais homens de “sangue azul”) dos quais se espera que nos protejam. Pouco a pouco, somos apresentados ao dia a dia dessa gente que também tem família, filhos, projeto de vida. Gente como a gente – mas existe algo de errado nessa história.

Eis, então, o drama: à medida que avançam em sua missão, esses policiais se corrompem, buscando dinheiro, e se dilaceram no abandono da ética e da própria humanidade. Transformam-se basicamente em matadores. Eles matam bandidos como se fossem justiceiros, mas , na dúvida, acabam matando qualquer um. E aí entram no crime. E então matam adversários. atam concorrentes. Matam pessoas inocentes, inclusive mulheres e crianças. A barbárie. O horror.

Rubens, esse Rubens que não se chama Rubens, resolveu falar. POr que tão perigosa decisão, ainda que protegida pelo anonimato?

Fui apresentado a esse Rubens que não se chama Rubens pelo jovem roteirista de cinema Leonardo Gudel. Um homem normal. Até o momento em que faz seu depoimento e pede sigilo. Por quê? “Bom, meu depoimento é uma confissão, não é? Se eu for identificado, vou preso e serei condenado”. Ponto.

Coube a Leonardo Gudel, que vai tranformar essa história em filme, ouvir Rubens que não se chama Rubens e transcrever, com rigor e fidelidade, os horrores que ouviu. O policial se dilacera em seu relato seco, cruel, sem censura. Há momentos em que é difícil acreditar. Duvido que, em seus belos apartamentos nas avenidas Vieira Souto ou Atlântica, os cariocas pelo menos desconfiem de que a verdade é assim. Espero, sinceramente, que se assustem, ou melhor, que se apavorem. Os Rubens ainda não bateram na porta deleas, mas essa hora não está longe de chegar.

O morro está logo ali, bem perto, e esses cidadãos convivem com balas perdidas, arastões, um ou outro assalto. Os filhos deles vão ao morro buscar cocaína, todo mundo sabe. Mas, e agora? O que se relata aqui é outra coisa. É visão do inferno. Do terror. De um monstro que nos espreita, pronto para nos engolir a qualquer momento.

Luiz Fernando Emediato

Confira aqui a matéria que saiu sobre o livro na Folha de S.Paulo.

Baixe o 1º capítulo do livro em nosso site: www.geracaoeditorial.com.br

Siga no twitter: www.twitter.com/geracaobooks

3 Comments

  • Nossa, o livro parece ser bastante pesado mesmo, mas o mais apavorante é que não seja ficção, mas um retrato da realidade. é importante ler pra saber o que realmente se passa dentro da Policia… e se ter uma opinião mais sensata sobre o assunto, é melhor do que fechar os olhos e fingir que está tudo muito bem!

  • participando o/ sonho com este livro há muito tempo.

  • Gosto muito de livros que abordam esta temática, e este me interessou bastante! A crítica dele na Folha, bem como a entrevista com o autor, estão excelentes!

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