A lei da selva

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A lei da selva
Autor:  Hugo Studart
Gênero: Reportagem
Acabamento: Brochura
Formato:  16 x 23 cm
Págs: 384
Peso: 600gr
ISBN: 8575091395
Código de barras: 9788575091395
Selo: Geração
Preço: R$ 48,00

Sinopse

Mais de três décadas depois de seu fim, a Guerrilha do Araguaia ainda guarda segredos, principalmente sobre como os guerrilheiros foram mortos. A maior parte deles continua com os corpos desaparecidos na mata. O que já se escreveu sobre a guerrilha foi sempre sob o ponto de vista dos poucos guerrilheiros remanescentes ou dos moradores da região. Em A Lei da Selva, primeiro livro sobre o episódio com a versão dos militares, o jornalista e mestre em História pela Universidade de Brasília (UnB) Hugo Studart esclarece detalhes sobre a mobilização das tropas, os combates, as prisões de guerrilheiros e as execuções de prisioneiros. Revela a identidade dos comandantes militares em cada uma das três campanhas, além da cadeia de comando na fase em que o Exército recebeu ordens de não fazer prisioneiros. O livro é impressionante quando, pela voz dos militares, revela detalhes chocantes sobre como se deram as mortes e fuzilamentos de guerrilheiros e guerrilheiras, com reprodução inclusive dos diálogos na hora do confronto.

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A verdadeira história militar do conflito do Araguaia

A Guerrilha do Araguaia é um dos episódios mais relevantes da história brasileira. Foi o maior movimento insidioso desde a Guerra de Canudos e o que provocou a maior mobilização de contingentes das Forças Armadas desde a Segunda Guerra Mundial. Mas também é um dos episódios mais obscuros da nossa história. Três décadas depois de seu fim, muito pouco se sabe sobre essa insurreição armada ocorrida entre 1972 e 1974 no coração das selvas amazônicas

A Geração Editorial lança um livro que tenta jogar um pouco de luz sobre o episódio, a partir da versão dos militares que participaram da guerrilha. A Lei da Selva – Estratégia, imaginário e discurso dos militares sobre a Guerrilha do Araguaia, do jornalista e historiador Hugo Studart resultou de oito anos de pesquisa colhendo documentos secretos e depoimentos de militares que lutaram na selva, tentando compreender a versão e as razões daqueles que participaram desse fratricídio.

O que se sabe é que cerca de 90 brasileiros morreram no conflito, entre guerrilheiros, camponeses e militares, e que até hoje há 70 corpos desaparecidos na mata. Na época, os principais documentos relativos ao episódio foram cremados. Os militares, por sua vez, receberam ordens expressas de silenciar. Desde então, muito já se escreveu sobre a guerrilha, sempre sob o ponto de vista dos poucos guerrilheiros remanescentes ou dos moradores da região. Mas até hoje não se sabe como as Forças Armadas venceram, nem como as Forças Guerrilheiras perderam.

Em A Lei da Selva, o autor consegue esclarecer detalhes sobre a mobilização das tropas, os combates, as prisões de guerrilheiros e as execuções de prisioneiros. Revela a identidade dos comandantes militares em cada uma das três campanhas, assim como a cadeia de comando na fase em que o Exército recebeu ordens de não fazer prisioneiros. Relata também episódios polêmicos, que tanto as Forças Armadas quanto o PC do B até hoje tentam esconder. De um lado, a instauração de práticas bárbaras pelos militares, com o recrutamento de jagunços e a decapitação de guerrilheiros. De outro, a instauração pelo Tribunal Revolucionário das execuções sumárias de camponeses suspeitos de colaborar com o governo. Há um anexo com o destino dos mortos e desaparecidos, com a circunstância e data provável de cada morte.

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