Vida encantada

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Autor: Diana Wynne Jones
Gênero: Aventura
Formato 14 X 21 cm
Páginas: 256
ISBN: 857509030-5
Peso: 0.315 kg.
Preço: R$ 34,00

 

Sinopse:
“Vida Encantada” é o primeiro livro da série Os mundos de Crestomanci, escrita pela inglesa Diana Wynne Jones na década de 70. Quem gostou de Harry Potter também vai se deliciar com este mundo onde a magia é tão comum quanto a matemática – e duas vezes mais perigosa em mãos erradas. Neste mundo com vários universos paralelos, um menino mago com nove vidas vive uma aventura com sua irmã, uma bruxinha superdotada. Uma literatura de qualidade para todas as idades, em livro para rir e se emocionar.

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A origem de Harry Potter: Histórias de aventura e magia de Diana Wynne Jones

A britânica Diana Wynne Jones foi aluna de ninguém menos que J.R.R. Tolkien (O Senhor dos Anéis) e professora de J.K. Rowling, mas se recusa a comentar o fato de que a criadora de Harry Potter (de quem gosta muito, aliás) possa ter se inspirado em sua obra para compor o fenômeno do bruxinho mais querido do mundo. Em sua série mais conhecida, Os Mundos de Crestomanci (cujos direitos já foram comprados para o cinema pela Disney), Jones cria universos paralelos de fantasia e encantamento em que a magia é a coisa mais comum do mundo – e justamente por isso é necessário que exista alguém com o poder de controlá-la, para que as pessoas com poder não abusem das que não o têm. Este alguém é o mago mais poderoso do mundo, um Crestomanci, com nove vidas e a capacidade de liderar aquele estranho e poderoso universo.

Com este mote, Jones deu origem, 26 anos atrás, aos 5 livros que já levaram ao delírio milhares de crianças em quase todo o mundo e que, em seu relançamento, no final da década de 1990, venderam mais de um milhão de exemplares. Lançada no Brasil em 2001, com tiragem de 20 mil exemplares, a série conquistou leitores de todas as idades no país e ganhou até um fã-clube. O editor Luiz Fernando Emediato tem certeza de que será um sucesso: Diana Wynne Jones, diz ele, “tem histórias que se parecem muito com as de Harry Potter, com a vantagem de que ela não é, como muitos outros, uma imitadora. Diana escreveu o primeiro livro da série há 24 anos, misturando erudição, ironia e extremo bom humor.”

Ao contrário da série best-seller do Harry Potter, em Os Mundos de Crestomanci os personagens e as histórias variam de um volume para outro. Os universos fantásticos e encantados, tão diferentes, mas tão parecidos com o nosso, permanecem os mesmos de livro a livro, porém. Neles vivem bruxos com nove vidas, crianças mimadas com mania de grandeza, crianças tímidas (e órfãs, claro!), bruxos maus que só pensam em abusar das pessoas e, claro – mágica, muita mágica!

Se você entrar no site da Amazon e pesquisar o nome de Diana Wynne Jones, surgirão na tela mais de 100 itens. Seus livros, publicados desde os anos 70, foram redescobertos no ano passado e sua editora, a HarperCollins, teve que relançá-los com capas novas e em coleções. Já se anuncia um filme, enquanto Diana, uma perfeita lady, recusa sequer discutir a idéia de que J. K. Rowling se inspirou nela para criar o mundo de magia e encantamento de Harry Potter.

Magos, bruxas e duendes, dragões com seu sangue para feitiços e poções envenenadas fazem parte da história da Inglaterra, e Diana mesma lembra que uma aluna de J. R. R. Tolkien, como ela foi, não poderia jamais imaginar ser dona exclusiva de personagens e idéias que se tornaram, afinal, universais. Com seu sorriso largo e sua mania de não levar a sério nem mesmo a si própria, Diana Wynne Jones brinca com as idéias e as palavras de tal forma que sua própria literatura se transforma em uma grande brincadeira.

Seus milhares de leitores entopem os sites da Internet com opiniões apaixonadas sobre a autora. Citam os livros de Phillip Pulmann e todos os da série de Harry Potter; lembram todos os volumes de O Senhor dos Anéis e, no final, acabam concluindo que o melhor mesmo é ler todos e se divertir não com a competição entre autores e personagens, mas com o exercício de encontrar aqui e ali coincidências e semelhanças felizes.

As histórias de Diana Wynne Jones mantém um suspense inaudito do princípio ao fim – são daquelas que te pegam numa página e a partir daí é quase impossível parar a leitura, tal a vontade de saber o que vai acontecer na página seguinte. E são surpresas atrás de surpresas.

As comparações com Harry Potter não incomodam Diana Wynne Jones. Ele leu todos os livros de J. K. Rowling e gostou muito. Suas histórias foram escritas bem antes e tratam de coisas e personagens diferentes – embora com muitos pontos de contato. O importante é que, tais como as do menino mago que virou fenônemo, encantam crianças e adolescentes cada vez mais. Num mundo que se julgava tomado pela televisão e o videogame, milhões de pequenos seres estão descobrindo a magia da palavra e do sonho impresso.

Veja abaixo sobre cada livro lançado:

Vida Encantada

É o primeiro livro da série. Com este mundo onde a magia é tão comum quanto a matemática – e duas vezes mais perigosa em mãos erradas. Neste mundo com vários universos paralelos, um menino mago com nove vidas vive uma aventura com sua irmã, uma bruxinha superdotada. Uma literatura de qualidade para todas as idades, em livro para rir e se emocionar.

As Vidas de Christopher Chant

A história se passa 25 anos antes do primeiro livro, mostrando as origens da magia na vida do personagem principal. Mais uma vez a imaginação rola solta, em um livro que tem o poder mágico de – em mãos de crianças ou adultos – não ser largado até que se chegue ao seu final.

Os Magos de Caprona

A magia e o encantamento continuam neste terceiro. Agora, a história gira em torno de duas famílias inimigas, os Montana e os Petrocchi. São famílias de mágicos que se vêem diante do mesmo problema: um terrível mago que quer acabar com a cidade. “Os Magos de Caprona” prova mais uma vez o talento de Diana Wynne Jones, cujas histórias estão sendo filmadas pela Disney.

A Semana dos Bruxos

Apesar de nos mundos de Crestomanci a magia pipocar, a bruxaria é proibida. E as crianças-bruxas acabam sendo caçadas nas escolas. Por isso, quando um bilhete aparece entre dois cadernos que o sr. Crossley corrigia, dizendo “alguém nesta sala é bruxo”, arma-se a maior confusão! Claro que qualquer um poderia ter escrito aquilo de brincadeira; mas podia ser verdade, afinal o Internato de Larwood é uma escola para órfãos de bruxos. Só Crestomanci pode resolver o impasse, nessa aventura que vai deixar os leitores roendo unhas até chegar o final!

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