Travessia do albatroz

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Autor: Marcia Camargos
Gênero: Biografia Romanceada
Formato: 15.5 x 23 cm
Páginas: 296
ISBN: 9788560302130
Peso: 0.6 kg.P
Preço: R$ 39,90

Sinopse:
Como no bestseller “O caçador de pipas”, temos neste “A travessia do Albatroz”, romance da brasileira Marcia Camargos, baseado numa história real, um enredo de contornos grandiosos, com as memórias de um jovem iraniano e seu melhor amigo. Contrariando normas rígidas, Kurosh Majidi (nome fictício, para preservar a segurança do personagem, que atualmente vive no Brasil e pretende voltar ao Irã) apaixona-se por Zibã, uma não muçulmana. Na direção oposta, seu melhor amigo, Behruz, abraça o radicalismo xiita. Candidato a mártir, está disposto a morrer em nome de Alá. Ainda que para isso tenha que sacrificar a amizade de infância. Kurosh amava os Beatles e as estrelas pop iranianas Googoosh e Dariush. Ele nasceu em Shiraz, que batiza o vinho lá produzido antes da proibição do álcool – e da música pop – pelos aiatolás. Filho de um comerciante de tapetes, cresce entre jogos de futebol, torneios de xadrez e passeios pelas ruínas milenares de Pasárgada e Persépolis, na milenar pátria de Dario e Xerxes. No limiar da idade adulta, participa das manifestações estudantis para derrubar o regime do Xá Reza Pahlevi, identificado com os valores ocidentais. O aiatolá Khomeini, que do exílio liderou os levantes, volta e assume o comando do Estado em 1979. Kurosh não contava que os novos governantes interpretariam o Alcorão ao pé da letra, restringindo os direitos civis. A intolerância político-religiosa inviabiliza a vida de quem não obedece à lei islâmica nem se alista na guerra contra o Iraque, que invade o país sob o comando de Saddam Hussein e o apoio dos Estados Unidos. Convertido em militante radical, Behruz engaja-se no exército de Khomeini. Amante da liberdade, Kurosh evita as frentes de combate. Vê os amigos serem seduzidos pelo fanatismo, enquanto ele se distancia da fé. Quando a história assume proporções trágicas, Kurosh decide que chegou a hora de partir. Começa então sua epopéia, ponto central do livro. Kurosh, que no idioma falado no Irã significa Ciro, nome de um grande rei, aventura-se rumo à fronteira com a Turquia e acaba preso e torturado. Retorna à cidade natal, mas não desiste. Como um albatroz, a grande ave migratória, ele reúne forças, supera o medo e atravessa a cordilheira coberta de neve e infestada de lobos famintos para alcançar outros horizontes. Ao longo do caminho, vai revelando ao leitor as fascinantes e inóspitas paisagens desse pedaço do Oriente sacudido pela revolução e devastado pela guerra. Autora premiada, Marcia Camargos escreveu, em forma de romance, um livro grandioso, digno da magnitude do tema. Com base no depoimento de Kurosh, não se limitou a relatar o drama desse jovem em luta pela liberdade. Foi além, ao pesquisar a antiga Pérsia, percorrer seus monumentos e nos colocar diante da pergunta fruto da sua própria perplexidade: o que fez com que o poderoso império de Dario e Xerxes se transformasse em uma república islâmica fundamentalista? Oriente e Ocidente, conflitos e paixões, sofrimento e superação cruzam-se neste romance baseado em um relato comovente, que faz rir e chorar.

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Oriente e Ocidente, amor e guerra, riso e lágrimas em um comovente romance baseado em fatos reais
O Irã, território de contradições, é o ponto de partida para uma viagem territorial, cultural e religiosa

A partir do depoimento de Kurosh Majidi (nome fictício, por razões de segurança), um iraniano que viveu uma incrível história de conflitos pessoais, repressão religiosa, fuga, exílio e um grande amor, a jornalista e historiadora brasileira Marcia Camargos escreveu o romance A Travessia do Albatroz – Amor e fuga no Irã dos aiatolás, lançamento da Geração Editorial-Ediouro.O livro está sendo lançado com tiragem inicial de 30.000 exemplares, em mais uma aposta do Grupo Ediouro para alçá-lo rapidamente à lista dos mais vendidos, na crista da onda dos livros dramáticos sobre o Oriente.Marcia conta que a vida do personagem, por si só, já renderia uma reportagem biográfica fascinante, mas que, para manter o anonimato necessário à segurança de Kurosh, que atualmente vive no Brasil, a solução foi criar um romance baseado em sua história. Criatividade e domínio do enredo resultaram numa emocionante aventura, repleta de paixão, ação e suspense. A obra é ilustrada com 26 fotografias de ruínas históricas da Pérsia e cenas do Irã atual, o que torna a trama ainda mais realista.Assim como no bestseller “O caçador de pipas”, com o qual tem pontos de contato, “A Travessia do Albatroz” conta, com contornos grandiosos, a história de dois amigos Kurosh e Berush. Kurosh, muçulmano, tinha orgulho do passado de seu país, a grande Pérsia de Dario, Ciro e Xerxes. De espírito aberto, amava Zibã, de religião zoroastra. Mas Berush, o amigo, transforma-se em miliciano fanático do aiatolá Khomeini. Um extremista, pronto a morrer por Alá. Ainda que para isso tenha que sacrificar a própria amizade de infância.
Oriente e Ocidente, muçulmanos e seguidores de Zaratustra cruzam-se numa trama que mostra, pelo olhar muito pessoal de um jovem dos anos 80, as mudanças radicais que transformaram o Irã em uma das sociedades mais fundamentalistas do mundo.
Mas Marcia não se contentou em contar o drama avassalador de Kurosh. Ela foi mais além, ao pesquisar a história da velha Pérsia, percorrer seus monumentos e colocar o leitor frente a frente com uma indagação advinda de sua própria perplexidade: o que fez com que a grande pátria de Dario e Xerxes se transformasse numa república islâmica fundamentalista?
A história se desenvolve no começo dos anos 80 quando, após manifestações estudantis das quais Kurosh participou, o aiatolá Khomeini assume o comando do Estado. A intolerância político-religiosa se agrava e, com o apoio dos Estados Unidos, o país trava uma guerra contra o Iraque. Kurosh vê seus amigos serem dizimados em nome do Estado e da fé e a perseguição contra os que não se alistam no exército. Amante da liberdade, ele inicia uma longa jornada, cruzando fronteiras patrulhadas e paisagens fascinantes para, do outro lado do oceano, encontrar novas perspectivas de vida.
Essa obstinada luta pela liberdade envolve enormes perdas, como a família, a cultura e um grande amor. A complexidade dos personagens desenvolvidos no romance impede que o leitor faça julgamentos maniqueístas. “Nem os seguidores do Xá eram só maus e corruptos, nem os novos detentores do poder representavam a salvação ou a maldição do Irã naquele contexto político”, avalia a autora.
O desenvolvimento do livro foi acompanhado pelo próprio Kurosh a fim de evitar uma visão estereotipada ou discriminatória. Além disso, a historiadora fez uma extensa pesquisa sobre o Irã, país de grande diversidade cultural, um dos berços da civilização. “Apesar das profundas diferenças entre os costumes brasileiros e os de uma cultura oriental, islâmica e fundamentalista, como a do Irã, procurei fazer uma história que retratasse de forma digna e humana o drama dos que atravessaram uma época especialmente turbulenta daquele país”, comenta Marcia.
Para o editor da Geração Editorial, Luiz Fernando Emediato, “o livro de Marcia é surpreendente, até pelo fato de termos aqui uma brasileira escrevendo sobre o drama atual do Oriente. Não se trata de um livro oportunista, como alguns que surgiram para surfar na onda dos livros sobre o Oriente. Marcia conheceu o personagem – que por acaso vive no Brasil – percebeu que a história rendia um romance e, corajosamente, o fez. É um romance de qualidade, mas com todos os ingredientes do bestseller: paixão, tragédia, muita emoção. Estou orgulhoso de ter sido escolhido para lançar este livro”.

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