Trapaça. Volume 2 – Itamar Franco -FHC

Coleção: Saga política no universo paralelo brasileiro
Vol. 2: Itamar Franco – FHC

Autor: Luís Costa Pinto
Gênero: Memórias
Acabamento: Brochura
Formato:15,6x23cm
Págs: 400|Preço: R$74,00
ISBN:978655647004

Sinopse:

O enredo do volume 2 de Trapaça  começa horas antes do ponto em se encerra a história do volume 1. O diapasão temporal vai da madrugada do dia 1º de outubro de 1992, quando Itamar Franco assumiria a Presidência da República substituindo Fernando Collor, que passava a responder a um processo de impeachment, até a segunda-feira 26 de abril de 1999 quando o ex-presidente do Banco Central, Francisco Lopes, sai preso do Senado Federal. Luís Costa Pinto considera que, naquele episódio, encerra-se o ciclo virtuoso dos mandatos de Fernando Henrique Cardoso como presidente. Afinal, o sociólogo sucedera a Itamar depois de ser um excelente e improvável ministro da Fazenda e de ter liderado a equipe que formulou e implantou o Plano Real. Por meio de oito capítulos muito bem costurados, o autor narra os bastidores da política e do jornalismo político a partir do epicentro dos acontecimentos: Brasília. Os jornalistas são personagens e sujeitos da história. As intrigas profissionais e os dramas pessoais de repórteres e de fontes se entrelaçam na trama e, novamente, por meio de fatos, forma-se um painel de casos reais que podem ser estudados pela Ciência Política – e tudo narrado em ritmo de thriller jornalístico. Ao terminar os oito capítulos desse volume 2 de Trapaça – Saga Política no Universo Paralelo Brasileiro – “O presidente improvável”, sobre o governo Itamar; “O processo implacável”, contando bastidores da CPI dos Anões do Orçamento; “O plano inimaginável”, que narra a formulação do Plano Real e a guerra de vaidades da equipe de economistas estatais; “A utopia do possível”, aonde são trazidos à tona os primeiros escândalos do governo FHC; “O assassino invisível”, em que se rememora o crime e as tortuosas investigações em torno do jamais desvendado assassinato de PC Farias; “Poder, um corruptor incorrigível”, sobre a quebra do Banco Econômico e as intervenções em outras instituições financeiras como o Banco Nacional e o Mercantil de Pernambuco; “A solidão impensável”, um relato de como Fernando Henrique foi obrigado a reinventar-se politicamente depois de perder o ministro Sérgio Motta e o deputado Luís Eduardo Magalhães, mortos num intervalo de três dias no início da campanha de reeleição; e “O fim: imprevisível?”, contando como a vitória de FHC em 1998, em meio a uma campanha que escondeu a sobrevalorização do real ante o dólar e os desvios do processo de privatização das empresas de telefonia, pode ser considerada estelionato eleitoral e maculou o segundo mandato do presidente eleito pelo PSDB – o leitor fecha o livro certo de saber mais profundamente fatos contemporâneos do Brasil e com melhores e mais assertivas sobre como funcionam as coisas no mundo do jornalismo e da política. Luís Costa Pinto, por meio dessa “saga política no universo paralelo brasileiro” parece estar a atualizar o clássico da crônica “A Vida Como Ela É”, de Nelson Rodrigues. O faz, contudo, atendo-se ao submundo brasiliense e das redações.

Sobre o autor

 Luís Costa Pinto nasceu no Recife em 1968. Jornalista, formou-se na Universidade Federal de Pernambuco. Entre 1988 e 2002 atuou nas principais redações de jornais e revistas do Brasil, destacando-se em Veja, O Globo e Época. Vencedor dos prêmios Esso e Líbero Badaró de Jornalismo e o Jabuti de Livro-Reportagem, é autor de Os Fantasmas da Casa da Dinda (1992, Ed. Contexto), As Duas Mortes de PC Farias (1995, Ed. Best Seller) e Trapaça – Saga Política no Universo Paralelo Brasileiro (vol.1) (2019, Geração Editorial). Consultor de estratégias políticas e analista de risco, vive em Brasília.

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Twitter.com/LulaCostaPinto

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