Santos Dumont

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Autor: Fernando Jorge
Gênero: Biografia
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 362
ISBN: 9788575097555
Peso: 0.55 kg.
Preço: R$44,90

Sinopse:
As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont, de Fernando Jorge, relançamento da Geração Editoria, é mais completa e fiel biografia do inventor do avião. Para contar a vida de Santos Dumont (1873-1932), Fernando Jorge leu extensa bibliografia em vários idiomas. “Este livro é um vôo seguro e encantador”, afirma o editor e escritor Luiz Fernando Emediato. “O livro é fascinante”, atestou há mais de quarenta anos o brigadeiro Nelson Freire Lavenère-Wanderley, então ministro da Aeronáutica. Homem simples que criava patos, andava de canoa, gostava de flores e ao mesmo tempo inventivo, incansável, o pioneiro Santos Dumont foi admirado, mas não deixou de enfrentar a inveja de contemporâneos. “Um poeta da engenharia mecânica, com os olhos sempre voltados para o futuro”, escreve o biógrafo. O volume traz um caderno de fotos históricas e um índice onomástico.

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Geração relança a mais completa biografia de Santos Dumont
Em “As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont”, Fernando Jorge faz um retrato fiel do inventor do avião. O livro será filmado em Hollywood

A Geração Editorial acaba de lançar a quinta edição da mais completa e fiel biografia do inventor do avião, As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont, de Fernando Jorge, autor de cerca de 20 livros. “Esta biografia consegue algo raro: interessar a quem procura informações técnicas como também cativar quem busca o aspecto humano da história da aviação”, afirma o editor e escritor Luiz Fernando Emediato na apresentação do livro. Fernando Jorge aponta erros sobre o inventor em outros livros, entre eles um de Isasc Asimov. O volume traz um caderno de fotos históricas e um índice onomástico. A biografia será filmada em Hollywood, anuncia o autor em entrevista.

Para contar a vida de Santos Dumont (1873-1932), Fernando Jorge leu em profundidade extensa bibliografia em vários idiomas, sobretudo os dois livros do inventor do avião, Dans l’air (1904) e O que eu vi, o que nós veremos (1918), além de jornais e revistas da época. O autor situa Santos Dumont no momento de cada episódio, desde seu nascimento em Minas até o trágico fim, oferecendo ao leitor um panorama histórico tão deslumbrante como narrativa quanto preciso como informação: a evolução da ciência e as artes na virada do século 19 e as primeiras décadas do 20, períodos capitais em todo o planeta. “O livro é fascinante”, atestou há mais de quarenta anos o brigadeiro Nelson Freire Lavenère-Wanderley, então ministro da Aeronáutica.

Criado em ambiente católico, o garoto Alberto Santos Dumont deixava preocupado o vigário mineiro. “Não, meu filho, os céus foram feitos para os anjos e os passarinhos”. O menino insistia: “Padre, um dia o homem voará”.  Na infância, Santos Dumont estudou no Colégio Culto à Ciência, de Campinas, e depois no Morton, no Morethzson e no Institudo Kopke, em São Paulo. Também passou pelo Colégio Menezes Vieira, do Rio, e freqüentou a Escola de Minas de Ouro Preto, então o principal estabelecimento de ensino de Minas. Foi graças ao espírito visionário do pai, Henrique, que o rapaz se tornou o grande inventor. Pouco antes de morrer, disse ao filho: “Vá para Paris, o lugar mais perigoso para um rapaz. Vamos ver se você se faz um homem: prefiro que não se faça doutor. Em Paris, com o auxílio dos nossos primos, você procurará um especialista em física, química, mecânica, eletricidade etc. Estude essas matérias e não se esqueça de que o futuro do mundo está na mecânica. Você não precisa pensar em ganhar a vida: eu lhe deixarei o necessário para viver…”

Santos Dumont foi chamado de “bandeirante dos ares” por Thomas Edison, o inventor da lâmpada elétrica. Para o poeta Salomão Jorge, que sugeriu o título do livro ao filho Fernando, Santos Dumont parecia, nas ruas de Petrópolis, “um duende exilado que tivesse feito travessuras nas nuvens”. Filho de pai rico (Henrique era chamado de “o rei do café”), que distribuiu a fortuna entre os filhos em vida, Santos Dumont trabalhava sem interesse econômico. O que ele mais queria popularizar a aviação e abriu mão da patente de seus inventos, desde os balões dirigíveis, o 14-bis e o Demoiselle. Quando ganhou o Prêmio Deutsch, doou o dinheiro a operários, mecânicos e a pobres de Paris.

Ele sabia que com sua audácia punha a vida em risco – escapou de diversos acidentes –, mas dizia que “viver sem perigo não é viver”. Fernando Jorge sustenta que Santos Dumont sofria de esclerose múltipla, o que explicaria sua posição ambígua (ora apoiava, ora condenava) diante do uso bélico do avião. O homem que havia conseguido harmonizar “prudência e ousadia” estava com os “nervos destroçados” quando se enforcou no dia 23 de julho de 1932, num hotel no Guarujá. A divulgação de seu ato foi proibida pelo então governador de São Paulo, Pedro de Toledo: “Não haverá inquérito, Santos Dumont não se suicidou”.

Homem simples que criava patos, andava de canoa, gostava de flores e teve uma cadelinha chamada Fly, e ao mesmo tempo inventivo, incansável, o pioneiro Santos Dumont foi admirado, mas não deixou de enfrentar a inveja de contemporâneos. As Lutas, a Glória e o Martírio de Santos Dumont traz os elogios do mundo e também os problemas que o brasileiro enfrentou. “Um poeta da engenharia mecânica, com os olhos sempre voltados para o futuro”, escreve o biógrafo. “Este livro é um vôo seguro e encantador”, afirma Emediato.

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