Sanguessugas do Brasil

sanguessugas_brasil
Autor: Lúcio Vaz
Gênero: Reportagem – Denúncia
Formato: 16 x 23 cm
Págs: 272
ISBN: 9788581300351
Preço: R$ 42,00

E-book
ISBN: 9788581300412
Preço: R$ 9,90

Sinopse:
Veneno para os ratos. Você quer saber como os ratos roem o queijo enquanto você dorme após um dia exaustivo de trabalho honesto? Acorde no meio da noite para surpreendê-los no Celeiro Brasil. Em Sanguessugas do Brasil, o escritor e jornalista Lúcio Vaz sai a campo para mostrar os bastidores da corrupção que vem envergonhando o país nas últimas décadas. Não só envergonhando, mas empobrecendo a nação em todos os sentidos. Se já é difícil criticar alguém por um deslize qualquer, imagine, então, colher provas para desmascarar corruptos que até mandam matar os denunciantes. O repórter sai a campo de peito aberto, embora munido das cautelas da profissão.

Nesta obra, Lúcio Vaz nos surpreende ao esmiuçar 12 escândalos nacionais com uma linguagem rápida e leve, entremeada por passagens pitorescas que humanizam o que poderia nos deixar simplesmente revoltados. Depois de ler as 12 denúncias que compõem este livro, só nos resta pressionar para que a impunidade esteja com os dias contados. Cada vez mais, a população vem saindo às ruas para protestar e mostrar a sua indignação. Guerrilheiro da palavra, Lúcio Vaz abre caminho ao nosso lado. Cada um luta como pode. Este livro é um veneno para os ratos.

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                                      Sanguessugas denuncia os vampiros brasileiros

O jornalismo investigativo nunca esteve tão em alta no Brasil. Vide a recente queda em cascata de ministros do governo Dilma Rousseff, sem contar os grandes escândalos desmascarados nas últimas duas décadas, entre os quais o chamado mensalão. Já era hora de registrar os principais casos num livro, um suporte mais duradouro, antes que tudo caia no esquecimento total. Assim surgiu Sanguessugas, publicado pela Geração Editorial. O jornalista gaúcho Lucio Vaz, 54 anos, sendo 34 de profissão, atualmente na Folha de S. Paulo, reúne casos notórios de corrupção e alguns de abuso econômico, que redundaram em exploração desenfreada dos nossos recursos naturais por empresas brasileiras e multinacionais.

São reportagens próprias, ocorridas nas últimas duas décadas. A obra começa pelo mensalão e volta ao passado recente para expor as vísceras da Máfia dos Sanguessugas, que dá título ao livro, prosseguindo com uma radiografia dos lobistas em Brasília, desvios de verbas de infraestrutura, fraudes na distribuição de remédios, obras inacabadas, crimes ambientais praticados por indústrias papeleiras, fraudes na Ferrovia Norte-Sul e até – quem diria? – a apropriação escandalosa de
bolsas de estudos destinadas aos índígenas.

Mas não se trata de uma denúncia feita a partir das redações dos jornais, no conforto do ar-condicionado. Lucio Vaz deixa o lar e a família para passar dias, semanas, em busca de provas, enfrentando viagens cansativas, comendo poeira, arriscando a vida. Numa narração envolvente, ele leva o leitor às cidades mais remotas do país, onde passa as noites em hotéis simples, toma um chimarrão (bom gaúcho que é) nos poucos momentos de sossego, um lanche rápido numa birosca qualquer e segue em frente, nos transmitindo a tensão de quem está cada vez mais perto da presa, dos corruptos que não titubeariam em mandá-lo matar. Não estamos apenas diante de um texto-denúncia, mas na linha de frente de uma batalha, como um detetive atrás das pistas.

Costumamos nos horrorizar com crimes de sangue, esquecendo que os crimes de terno e gravata, sapatos lustrosos, camisas engomadas, perfume discreto, causam, direta ou indiretamente, a morte e o sofrimento de milhares, milhões de pessoas. Sanguessugas mostra como o sangue do brasileiro é chupado, ora de canudinho, ora por transfusão completa. Por todas as suas reportagens corajosas, Lucio Vaz conquistou a credibilidade de um grande jornalista. Em seu primeiro livro, A ética da malandragem, também publicado pela Geração Editorial, abordando as maracutaias do Congresso, ele já mostrou a que veio. Muitos devem estar torcendo pela sua aposentadoria recoce. Ele vem fazendo a sua parte e pode fazer muito mais.

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