Poder sem pudor

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Autor: Claudio Humberto
Gênero: Política
Formato 16 X 23 cm
Páginas: 287
ISBN: 857509021-6
Peso: 0.55 kg.
Preço: R$ 44,00

Sinopse:
Às vezes uma boa história vale mais do que mil palavras. Esse livro traz 500 histórias curtas e certeiras que falam desses personagens que tanto nos atormentam que são os políticos brasileiros. Só que aqui, eles são contados por outra lente – pelo seu lado humano e frágil, que acerta e erra, algumas vezes mostra talento outras se desespera, que se apaixona e abandona ou é abandonado. O resultado é um painel da política e dos políticos brasileiros muito mais verdadeiro do que aqueles que nascem da fantasiosa “objetividade total” que o jornalismo tanto preza. E o autor, Claudio Humberto, é jornalista, e dos mais experientes. “Poder sem Pudor” é um livro de histórias curiosas, que trazem o chamado “outro lado da notícia”. O resultado não podia ser outro: uma leitura leve e agradável, enriquecida pelo talento das ilustrações de Pavanelli.

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Claudio Humberto desnuda a política e os políticos nas páginas de Poder sem pudor

 

Muitas vezes uma boa história vale mais do que mil reportagens. Especialmente no campo da política, que é apresentada aos brasileiros na maioria das vezes através do conceito de “objetividade total” de que a imprensa tanto gosta. Assim, as paixões ficam em segundo plano, e os políticos se parecem mais com seres amorfos e tão afastados de traços humanos quanto Brasília, seu habitat natural, do resto do país.

Mas não devemos esquecer que o homem é um animal político. E, como animal, chora, se desespera, ri, comete erros e acertos, persegue o próximo, o subjuga e o eleva, apaixona-se. Esse mesmo animal investido de um cargo público passa a ter nas mãos a oportunidade de ditar os rumos de milhões de cidadãos.

Por isso, em “Poder sem Pudor – Histórias de folclore, talento e veneno na política brasileira” (Geração Editorial, 288 páginas, R$ 31,80), o experiente jornalista Claudio Humberto, o temido ex-porta-voz presidencial, hoje autor de uma polêmica coluna diária na Internet, propõe uma abordagem mais aprofundada dos fatos.

Quando não tem a revelar histórias como a vivida recentemente pelo presidente Fernando Henrique Cardoso, quando ouviu de um deputado que o candidato ideal à sua sucessão seria alguém com a “estampa” de Paulo Renato e o “preparo intelectual” de José Serra. FHC desaconselhou de imediato, lembrando de quando a atriz Isadora Duncan disse ao escritor Bernard Shaw que, se tivessem um filho, poderiam conceber a perfeição humana: alguém com a beleza dela e o gênio intelectual dele. Shaw, do alto de sua feiúra, desaconselhou, tal qual FHC: “É melhor desistir. Pode acontecer o contrário”.

Ou, ainda, quando um deputado getulista acusou a oposição de “estar infectada de ladrões”. “Ladrões de quê?”, perguntou o brilhante orador Carlos Lacerda. “Ladrões da honra alheia”, respondeu o adversário, para o tiro final de Lacerda: “Então fique descansado, porque nada tenho a roubar de Vossa Excelência”.

O livro traz ainda outra resposta certeira – essa dada por Caetano Veloso durante o período de trevas da ditadura militar. Ao interrogá-lo na Polícia do Exército, um coronel resolveu provocar: “O senhor é veado?”. “Não, coronel, sou civil”, respondeu o compositor.

“O Poder sem Pudor” está recheado de histórias pitorescas como essas. Mais precisamente, 500. Nelas, encontra-se um retrato precioso de mais de um século de política brasileira, mas não pela lente da “objetividade”. Ao contrário, pela lente que despe a política de sua aparente frieza. Nas páginas de “Poder sem Pudor”, os políticos estão nus.

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