Perfeita ordem das coisas, A

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A perfeita ordem das coisas
Título original:
The perfect order of things
Autor:
David Gilmour
Tradução: Cecília Prada
Gênero:
Romance
Acabamento:
Brochura
Edição:

Formato:
15,6×23 cm
Páginas:
168
Peso:
305g
ISBN: 9788563420435
Selo: Jardim dos livros
Preço: R$ 32,00

E-book
eISBN:
9788563420442
Preço:  R$ 22,40

 

Sinopse
Há coisas que só podem ser compreendidas quando vividas uma segunda vez…
Um escritor parte numa viagem rumo ao próprio passado. Ele vagueia pelas ruas de Paris, de Toronto, de uma cidadezinha praiana da Jamaica. Lá, estão o internato, uma roda-gigante girando na noite; uma casinha de campo caindo aos pedaços, lugares onde foi feliz e triste, na maioria das vezes desesperado, buscando um sentido para sua vida. Ele reencontra as pessoas, as conversas, os sonhos e as paixões, memórias que tinham se perdido no tempo e agora voltavam para que ele as visse com novos olhos, estes bem abertos para o que não conseguiu enxergar quando as viveu pela primeira vez.

Leia o primeiro capítulo

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 Há coisas que só podem ser compreendidas quando vividas uma segunda vez…

Jardim dos Livros lança A perfeita ordem das coisas, de David Gilmour, premiado autor de O Clube do filme e Uma noite perfeita para ir à China

Aos sessenta anos, um escritor, (alter ego de David Gilmour) está num café de uma cidadezinha francesa. Ele acaba de decidir-se por uma viagem incomum: irá revisitar todos os lugares que, no passado, o fizeram sofrer. Já dizia Proust em seu famoso romance sobre o tempo: ir a lugares que fizeram parte do nosso passado, é reencontrar por um instante aquilo que fomos, quem fomos. Um encontro donde surge o deleite, mas também a desilusão, ambos na mesma medida.

Como o salmão que empreende uma penosa viagem nadando contra a correnteza, único lugar onde poderá procriar, nosso protagonista precisa visitar seu passado por uma necessidade de consciência (ou inconsciência), afinal, por que seria tão necessário pisar os palcos de suas tantas tragédias pessoais? É o que ele vai tentar entender.

Essa regressão inclui voltar ao internato de onde fugiu por puro desespero aos quinze anos, quando ficou a vagar pela noite, a primeira de muitas fugas na busca de um sentido para a vida; entrar na casinha de campo onde o pai se matou estourando a cabeça com um tiro de rifle; ver suas antigas  paixões, todas permeadas de conflito, e sua ascensão como um escritor incompreendido, incompreensível para si mesmo.

Procriar, na metáfora do salmão, criada pelo próprio autor, se torna reinventar, ou, como diriam os psicólogos gestaltistas: reelaborar o passado, atualizá-lo. Reviver sendo, portanto, um ato de (re)significação.

Durante toda a vida, Gilmour se perguntara: por que coisas tão ruins têm permissão para acontecer? Pois tudo, afinal, lhe soava acasos sem punição. Acasos típicos, que ora o batiam na face, ora lhe davam carinho, fazendo brotar acessos de amor, mas também de profundo ódio.

Leitor compulsivo de Tolstói e Proust, e amante dos Beatles, nosso escritor é um homem de insatisfação crônica, que viveu sob os holofotes, trabalhou na televisão, conviveu com artistas famosos e teve muitas mulheres, porém, sentindo-se sempre um fracassado, no amor e na arte.

Em sua corajosa viagem, ele vai encontrar com os personagens de sua vida, suas ex-mulheres, amigos que enlouqueceram, outros que o esqueceram, todos a levar uma vida tão diversa da sua, mas cada um com uma história diferente, cada um com “sua” história, todos tendo em comum o tempo, que escorrera, inexorável, colocando cada um em seu lugar, depois de separá-los.

A cada revivência, surge uma pergunta, a mesma, e fundamental: qual é a ordem perfeita das coisas? Existe uma ordem perfeita para a vida? É a essa questão tão profunda que o leitor ousará responder. Escrito por um dos maiores romancistas do Canadá, A Perfeita Ordem das Coisas é um romance arrebatador, tanto por sua linguagem, recheada de metáforas inteligentes e humor criativo, quanto pelo conteúdo de vida ali presente, testemunho sincero de um humano escritor, um “escrevedor” das coisas que todo mundo vive, e sofre, e ama, sem se perguntar por que elas são. Por que somos quem somos? Por que, afina tudo é como é…

 

Sobre o autor
David Gilmour é canadense, autor de seis romances, incluindo o best-seller Uma Noite Perfeita para ir à China, que ganhou o prêmio Governador-Geral de ficção em 2005. Ex-apresentador do aclamado Gilmour on the Arts, seu livro O Clube do Filme foi traduzido para 25 idiomas, tornando-se um fenômeno recente. Atualmente mora em Toronto com sua esposa, Tina Gladstone.

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