Os judeus do papa

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Os judeus do papa
Autor: Gordon Thomas
Tradução: Marco Aurelio  Schaumloeffel
Gênero: Literatura estrangeira – História
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6 x 23 cm
Págs: 392
Peso: 579g
ISBN: 9788581301273
Preço: R$ 48,00
Selo: Geração

E-book
ISBN: 9788581301280
Preço: R$ 19,90

Sinopse

A II Guerra Mundial eclodiu na Europa. O exército nazista avan­ça pelo continente anexando e massacrando, deixando o rastro de sangue que marcou o século XX. No Vaticano, o papa Pio XII observa os horrores dos combates e tem que definir a posi­ção da Igreja perante o mundo. Mas ele não declara repúdio a Hitler nem se coloca ao lado dos Aliados — simplesmente silencia e a História lhe confere o título de papa omisso.

Por trás do silêncio havia um segredo agora revelado por documentos ofi­ciais secretos. Pio XII organizou uma ampla rede de ajuda humanitária para os judeus de toda a Europa. Sob orientação dele, padres e freiras arriscaram a vida fornecendo abrigo nos mosteiros e conventos a milhares de judeus. Pio XII doou ouro do próprio Vaticano para ajudar os judeus romanos e es­condeu milhares deles em sua residência de verão, enquanto Roma era ocupa­da e bombardeada pelos alemães.

Os judeus do papa é um dos melhores livros históricos já escritos. Baseado em uma rica pesquisa documental, é uma obra indispensável aos leitores que querem entender o que realmente aconteceu em Roma sob a liderança do injustiçado papa Pio XII.

Leia o primeiro capítulo 

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O PAPA DOS JUDEUS

Polêmico livro Os judeus do papa, do jornalista investigativo Gordon Thomas, revela que Pio XII era amigo de longa data da comunidade judaica em Roma e era considerado uma ameaça tão grande à ideologia nazista que o Terceiro Reich chegou a considerar a possibilidade de raptá-lo

Quando o papa Pio XI morreu, em Roma, em 1939, o mundo todo voltou os olhos para o Vaticano. Dias depois, o Conclave elegeu Eugênio Pacelli, um cardeal romano que fora Secretário de Estado da Santa Sé, um dos religiosos mais respeitados e poderosos da Itália. Pacelli se tornou o papa Pio XII e en­trou para a História como o alvo de polêmi­cas envolvendo a Igreja Católica e suas ações durante a Segunda Guerra Mundial.

Ao tomar posse, Pio XII sabia que teria diante de si um desafio sem precedentes: guiar a Igreja e posicioná-la no tabuleiro da Europa, onde a ameaça nazista começava a aterrorizar as nações independentes.

A guerra era iminente. A truculência e o racismo mortal dos alemães eram a marca de sua política imperialista, que visava não só subjugar o continente, como também eliminar no fuzil ou nas câmaras de gás as mino­rias raciais, em especial os judeus.

No dia 1º de setembro de 1939, Hitler invadiu a Polônia. Diante disso, os Aliados declararam guerra à Alemanha, iniciando o período mais sangrento do século XX.

Nesse meio perigoso, onde qualquer pala­vra proferida por uma autoridade a colocava em posição de aliada ou inimiga, Pio optou pela postura discreta, que soava como uma aparen­te neutralidade. Seus críticos alardeiam que o papa foi negligente, covarde. E esse título seria realmente coerente se não existisse toda uma história por trás do silêncio. A ação de Pio em defesa dos judeus de Roma e de toda a Europa foi muito mais ampla do que se poderia imaginar…

Em Os judeus do papa, Gordon Thomas, respeitado escritor inglês, traz os fatos por trás de todas as especulações envolvendo Pio e a guerra. Ele e uma equipe de pesquisadores foram a fundo na busca de evidências sobre o que realmente fez o Vaticano durante o Holocausto.

Os achados são impressionantes. A su­posta omissão de Pio escondia uma rede se­creta de ajuda humanitária, esta que tinha ligação com a Cruz Vermelha e fornecia documentos falsos, vistos de imigração e abrigo para milhares de judeus que chega­vam ao Vaticano fugindo do horror nazista. O esquema contava com criptógrafos profissionais, padres disfarçados e dezenas de esconderijos secretos.

Pio doou ouro do próprio Vaticano para o gueto de Roma, a fim de que eles negociassem uma trégua com os alemães; nada menos que 3 mil judeus viveram escondidos em sua casa de verão, a Castelgandolfo; mais de 5 mil con­seguiram abrigo nos conventos e mosteiros do Vaticano e áreas ligadas à Santa Sé.

Quando se tem vidas em jogo, no caso milhões, há que se ter bastante cuidado para não condená-las com atos radicais. Pio sa­bia disso. Como diria um sobrevivente judeu após a guerra, o papa agiu em silêncio por­que era a única maneira de manter sua ajuda, caso contrário, ao se posicionar abertamente em favor dos condenados, estaria apontando­-os, e junto a eles, se tornaria um alvo.

Se dizem que na guerra tudo é válido, a prudência que conseguiu salvar 800 mil vi­das em toda a Europa se justifica totalmente, mais ainda quando seu objetivo foi unica­mente ajudar, sem ambição alguma de fazer propaganda política.

O talento literário de Gordon Thomas permitiu criar um verdadeiro thriller investigativo, com personagens reais instigantes e revelações inéditas, no mínimo provocantes a um leitor amante de História.

Hoje, 56 anos depois da morte do papa Pio XII, as acusações injustas contra ele podem ser refutadas. Não com suposições, como fazem muitos críticos vazios, mas com uma obra completa e séria que certamente vai reacender os debates sobre o papel da Igreja Católica perante o delírio nazista.

Sobre o autor
Gordon Thomas é escritor e jorna­lista investigativo. Já publicou mais de 50 li­vros na Europa, ultrapassando a marca de 45 milhões de cópias, o que lhe rendeu prêmios importantes e o reconhecimento como um dos escritores mais surpreendentes da atualidade.

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