O pulo do gato

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Autor: Márcio Cotrim
Gênero: Português
Formato 16 X 23 cm
Páginas: 128
ISBN: 857509115-8
Peso: 0.28 kg.
Preço: 34,90

Sinopse:
O Pulo do Gato é um delicioso presente de leitura e de revelação da imaginação criadora de um língua e de seus falantes. Muitas expressões que usamos diariamente têm origem pitoresca, exótica, casual. É muito interessante descobrir como surgiram expressões, como banho maria (estão esquentando!), candidato (não percam essa!), larápio (nem essa!), Omo (quem diria?) Tio Sam (imprescindível!), gandula (para boleiros e outros!), maratona (ufa!), Skol (não queiram saber!), sanduíche (não comam sem saber essa!), fazer nas coxas (aprenda a fazer bem!). Por essas e muitas outras, está aí o livro de Márcio Cotrim para você lavar a égua. E podem tirar o cavalinho da chuva, pois se quiserem saber mais, esses são outros quinhentos… Certeza: quem ler este livro vai se divertir à beça…

 

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O Pulo do Gato: o DNA das palavras e expressões revelado de forma leve, descontraída e saborosa

O Pulo do Gato é um delicioso presente de leitura e de revelação da imaginação criadora de uma língua e de seus falantes. Em seu texto, cada expressão pertencente ao cotidiano dos brasileiros é revelada pelo seu passado, pela sua origem muitas vezes pitoresca, exótica, casual, evidenciando uma parte significativa do tesouro de uma língua, que se constitui, entre outras coisas, de interações, batalhas, malentendidos, misturas entre povos, e, sem dúvida, brincadeiras, pois a língua é como uma criança: inventiva, criativa, brincalhona, irônica, ingênua, esperta, às vezes um pouco cínica.

O livro sai pela Geração Editorial (228 páginas, R$ 29,90), com saborosa ilustração de Osvaldo Pavanelli. Márcio Cotrim é carioca, jornalista, escritor e atualmente o Diretor-Executivo da Fundação Assis Chateaubriand, órgão corporativo do grupo Associados de comunicação. Foi Secretário de Cultura do Governo do Distrito Federal, é cidadão honorário de Brasília, participa ativamente da vida cultural da cidade e mantém há 18 anos uma coluna semanal no Correio Braziliense, abordando temas da atualidade local, nacional e internacional. Nos demais veículos do mesmo grupo e no jornal “O Sul”, de Porto Alegre, publica a coluna “O Berço da Palavra”, explicando a origem de palavras, expressões populares, nomes próprios, símbolos, marcas e toda a vasta gama de manifestações escritas que nos povoam o quotidiano.

O título define sua própria intenção: a expressão “o pulo do gato’ deriva da fábula que as gentes antigas de Minas Gerais ainda conhecem. A onça vivia admirada com a agilidade do gato. Curiosa, resolveu pedir-lhe umas aulas. O gato aceitou e começou a ensiná-la. Achando que já havia aprendido tudo, a onça resolveu pegar o gato como refeição, mas ele havia sumido. Dias depois, ao encontrá-lo, a onça perguntou: ‘Pois é, compadre, esse pulo você não me ensinou…’ O gato, muito esperto: ‘É ele, compadre, que me mantém vivo!’. O autor ainda comenta: o pulo do gato é muito comum. Nem sempre o chefe ensina tudo ao aprendiz, que se péla de medo de perder lugar.

O texto de Márcio Cotrim é feliz na seleção de suas expressões e nos comentários que faz, lúdicos e bem humorados, mostrando, em bom estilo, que se pode aprender bastante sobre sua própria língua – e no que ela possui de mais interessante, a sua história, sua imaginação criadora, o seu discurso. É um livro para ser lido por todos, seja como fonte de estudos, seja como fonte de curiosidades, de entretenimento, de prazer. Cada expressão do livro nos transporta para uma viagem no tempo e nos coloca diante de uma evidência: a língua, mais do que um conjunto de regras gramaticais, não é um bicho de sete cabeças: é um tesouro construído no tempo pelas interações entre as pessoas, por suas paixões, por suas divergências, por povos com os quais mantivemos contato, entre eles alguns que, dominados e até extintos, deixaram gravados em nossas memória um pouco de seu espírito.

Entre as ricas expressões explicadas no texto de Cotrim, estão, a título de exemplo e degustação: banho maria, hamburguer, o importante é competir, Santo Daime, candidato (não percam essa!), larápio (nem essa!), salamaleque, Omo (quem diria?), lambisgóia, clip, Tio Sam (imprescindível!), gandula (para boleiros e outros!), maratona (uf!), Skol (não queira saber!), sanduíche (não coma sem saber essa!), fazer nas coxas (aprenda a fazer bem!), no tempo da onça, o pior cego é o que não quer ver (inacreditável!).

Essas e muitas outras expressões deliciosamente comentadas compõem esse livro feito para todos nós, colecionadores de palavras, que não vivem ser ter curiosidade, que gostam de sair à francesa, que estão, ou não, na pindaíba, que vivem sem eira nem beira por aí, falando sem saber porque falam o que dizem, que desconhecem a razão das palavras ou que não entendem patavina e ficam a ver navios. Pois bem, antes de caírem nos braços de Morfeu (sem saber por quê), está aí o livro de Márcio Cotrim para você lavar a égua. E podem tirar o cavalinho da chuva, pois se quiserem saber mais, esses são outros quinhentos… Certeza: quem ler este livro vai se divertir à beça…

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