Neco, o primeiro ídolo

neco

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Autor: Antonio Roque Citadini
Gênero: Futebol
Formato: 21 X 28 cm
Páginas: 192
ISBN: 857509015-1
Peso: 0.595 kg.
Preço: R$ 49,00

 

Sinopse:
Uma história do tempo em que o futebol ainda era movida pela paixão. Manoel Nunes, o Neco, era um garoto pobre que jogava em um time de várzea que nem tinha campo para treinar. Os anos se passaram e hoje aquele time é o Corinthians. E Neco foi, além de primeiro ídolo do clube, o primeiro herói popular do futebol brasileiro. O livro traz não só a emocionante história de Neco mas também a História de seu tempo. O formato de 21X28 centímetros lembra o de uma enciclopédia. Há farto material fotográfico de uma época: o finalzinho do século 19 até quase nossos dias, e notícias e informações nas laterais das páginas que revelam muito da História do Brasil e do mundo. Diferentemente de uma enciclopédia, no entanto, “Neco – O primeiro ídolo” é uma leitura envolvente e que emociona. E que nos faz pensar em valores como raça e paixão por um ideal.

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“Neco – O Primeiro Ídolo” reconstrói a trajetória do primeiro herói popular do futebol. O cenário é a História de sua época

Não muitos anos depois de Charles Miller ter trazido o futebol para o Brasil, em 1894, um garoto pobre começou a conviver com um time de várzea sem campo para treinar. Sede própria, muito menos. O garoto se chamava Manoel Nunes, conhecido como Neco. Aquele time em que ele treinava hoje é o Sport Club Corinthians Paulista, onde Neco foi o primeiro grande ídolo. 

Mais ainda, Neco foi o primeiro ídolo do futebol brasileiro.

A trajetória desse personagem tão singular que logo cedo virou um herói popular do futebol é reconstituída por Antonio Roque Citadini no livro “Neco – O Primeiro Ídolo” – (Geração Editorial, 192 pgs, R$ 38,90). Citadini é vice-presidente de futebol do Corinthians, e garimpou não só na biblioteca do clube, mas em diversas fontes, completas informações sobre Neco e o seu tempo. O resultado é um livro sobre os primórdios da maior paixão popular do século, com o seu maior ídolo como personagem principal.

É por isso que “Neco” não é apenas um livro sobre futebol, mas também um livro de História. Isso porque o autor reconstitui em detalhes o pano de fundo em que se deu a trajetória de seu biografado. Uma viagem ao passado que começa na São Paulo de 1895 e vem até os dias de hoje, e que passa pelo anseios, costumes e hábitos da capital paulista desde o fim do século XIX e também a História do Brasil e do mundo nesse período.

A edição da Geração Editorial ressaltou a apresentação da História junto com a trajetória de Neco. O formato lembra uma enciclopédia: 21X28 cm. Nas margens laterais das páginas, a História é contada, em um material rico em curiosidades, detalhes e idiossincrasias da época. Os assuntos são o futebol, a cultura e as artes, a política, a guerra, a economia e a sociedade. A grande maioria dos textos são trechos de reportagens de jornais de época, que montam um painel histórico de leitura bastante agradável.

Como exemplo pode-se citar essa notícia publicada no jornal “A Capital” de 1o de dezembro de 1919:

Esta manhan, quando Germano Scaramuzzi, que reside à rua dos Appeninos, 141, foi à rua da Consolação, 368, residência de Francisco Bruno, que há dias tentou conquistar sua esposa Emilia Bruno, o segurou e a própria esposa, vibrou-lhes vários golpes com uma bengala.

Ou esta, vinda de “O Estado de S. Paulo” de 12 de março de 1895:

Devido a um terrível inverno, a população de uma aldeia na Itália, já de há muito reduzida à dolorosa necessidade de alimentar-se de ervas agrestes, estava agora a morrer de fome.

Trata-se sem dúvida da biografia de um grande brasileiro. Um jogador de várzea que participou da conquista do primeiro título para o Corinthians, em 1914, e que foi destaque na seleção brasileira de 1919. Era uma época em que os jogadores de futebol estavam longe de ser os milionários de hoje. A história de Neco foi guiada unicamente pela sua paixão. Por isso, essa sua biografia de amor pela camisa, raça e técnica não só dentro dos gramados, mas também fora deles, emociona os leitores, fanáticos por futebol ou não, corinthianos ou não.

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