Meu chapa

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Autor: Fábio Lamachia
Gênero: Memória
Formato: 14 x 21 cm
Páginas: 240
Cód. barra: 978.85.603.0215-4
Peso: 0.3 kg
Preço: R$ 29,90

Sinopse:
Publicado pela Geração-Ediouro, Meu Chapa, o novo livro do paulista Fábio Lamachia, é o resultado de suas novas aventuras pelo Brasil. O autor de Sonho Verde relata agora, em texto simples e cativante, a longa viagem que fez pelo Nordeste com seu cão, um labrador preto esperto e imprevisível. Em busca de liberdade e autoconhecimento, o escritror acabou encontrando também o amor de sua vida, a sueca Jenny, que levou Farofa, um dócil filhote amarelo de labrador. As peripécias de Chapa vão encantar o leitor, seja dono de cão ou não. Os fãs de Marley e Eu vão adorar Meu Chapa. O livro traz um caderno de 16 páginas com fotos coloridas. “Na real, eu me sinto um cara e meio viajando com o Chapa”, escreve Lamachia. Depois de mil aventuras, o livro termina com o nascimento da filha do casal, Lorena, num sensível e emocionante capítulo sobre o amor, o mais bonito de todo o volume. Hoje o escritor vive em Porto Seguro com a mulher, a filha e seus cachorros.

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“Meu Chapa”: uma fábula de auto-ajuda

Quem gostou de “Marley & Eu” vai adorar a emocionante história de como um jovem insatisfeito com a agitação da cidade grande aprendeu a viver e achou um sentido para a vida ao lado de um cão labrador

Fábio Lamachia era um jovem escritor paulistano de um livro só, o coração dilacerado por um amor frustrado e inconformado com a rotina alucinante da cidade grande quando decidiu largar tudo – inclusive uma carreira promissora – para cair na estrada em busca de aventuras e de um sentido para a própria vida.

Encontrou um cachorro labrador preto muito louco, um filhote amarelo sensato e calmo e uma sueca tão aventureira quanto ele, e que acabou lhe dando uma filha, no meio de aventuras engraçadíssimas, enquanto cruzavam, de jipe, as mais improváveis e surpreendentes paisagens do território brasileiro, do litoral ao sertão.

Se você gostou de “Marley & Eu”, vai adorar essa história emocionante de como uma pessoa descobre o Brasil e a si mesmo, num exemplo de superação. “Meu Chapa” não é apenas mais um livro sobre cachorros e como os seres humanos se relacionam com eles. Mais do que isso, é a história de como uma pessoa em conflito resolve seus dramas interiores e encontra a felicidade. Enquanto vive aventuras engraçadas e envolventes.

Fábio Lamachia, rejeitado pela ex-namorada, insatisfeito e inconformado com a própria vida, e já no limiar dos 30 anos, resolve romper com tudo e começar de novo. De espírito aventureiro – já passara quatro meses trabalhando numa mina de esmeraldas, aventura que narrou em seu primeiro livro, “Sonho Verde” – ele pega a estrada outra vez, agora definitivamente. Quer ser um andarilho, nada mais, e dedicar-se a seu projeto de vida: escrever sobre o que viveu.

A solidão leva-o e buscar uma companhia – um cão, vá lá, que ele comprou com o dinheiro da venda de sua prancha de surfe. É este cão tresloucado, cheio de defeitos, que vai literalmente ensiná-lo a viver.

É na companhia desse bicho desengonçado e trapalhão que Fábio começa sua aventura rumo à felicidade e ao autoconhecimento. Chapa é pouco disciplinado, rebelde, travesso, e está sempre aprontando confusões. Mas é com esse cachorro danado de doido – e com o companheiro sereno que surge no meio da história, o labrador amarelo Farofa – que Fábio descobre o que significa dedicar-se um ser vivo integralmente. O jovem insatisfeito que fugiu da cidade grande em busca de um caminho acaba encontrando vários. E um sentido, claro, para a vida.

É Chapa – o companheiro constante – que o jogará nos braços de Jenny, uma arquiteta sueca que também – e aí começa outra história – abandona tudo para seguir o namorado que será o pai de sua filha. Ancorado atualmente em Trancoso, de lado Porto Seguro, na Bahia, com seus cachorros já adultos, a mulher e a filha Lorena, Fábio explora o turismo e começa a dedicar-se a seu projeto de vida.

História de Vida

Era setembro de 2003,  Fábio não completara ainda 29 anos, quando, frustrado com uma desilusão amorosa e o sucesso apenas relativo de seu primeiro livro “Sonho Verde”, sobre sua experiência de quatro meses numa mina de esmeraldas, decide deixar um emprego promissor na área de marketing e cair na estrada, sem rumo mesmo.

“A dor é muito recente”, escreveu ele no livro, “e reverbera, entre rejeição, raiva, angústia, recriminação… uma tremenda e negativa mistura que reflete como veneno sobre a auto-estima. Desilusão e um monte de perguntas sem resposta.”

E continua: “Meu rumo é a Bahia, onde quero morar e trabalhar. Procuro um porto onde fixar a base que vai me permitir viajar sem rumo pelo Nordeste, em busca do que a natureza oferece e das criaturas que ali vivem. Preciso acrescentar adrenalina à minha vida, que eu venho arrastando em tons de cinza e sem nenhuma felicidade”.

Na primeira escala, Camaçari, perto de Salvador, ele encontra um casal de amigos e o filhote de labrador que comprará com o dinheiro da venda de sua prancha de surfe e batizará de Chapa. Decide que o cachorrinho não usará coleira nem será treinado – crescerá livre, ao lado do dono que também procura, sem amarras, a liberdade.

O novo companheiro se revela um enorme trapalhão. Morde e estoura bolas de plástico na praia, arranha portas em pousadas, “come” pés de mesas e de camas, invade um consultório dentário durante um tratamento de canal, enlouquecendo a dentista, despenca de uma cachoeira a dezenas de metros de altura – e sobrevive – persegue implacavelmente galinhas e patos.

É este Chapa – num dos rápidos retornos a São Paulo – que, num passeio, “apresenta” Fábio à arquiteta Jenny, uma sueca inquieta que também ama cachorros e parecia apenas esperar que um deles lhe levasse ao amor de sua vida. Jenny comete a aparente loucura de acompanhar Fábio em suas aventuras – estão juntos até hoje, quase cinco anos depois.

O livro, que diverte e comove, termina com o nascimento da filha de casal, Lorena – um sensível e emocionante capítulo sobre o amor.

Na tranqüilidade de Trancoso, com Jenny, Lorena, Chapa e Farofa, Fábio Lamachia passa seus dias, atendendo turistas com seu jipe e escrevendo. Ele já prepara seu quarto livro. Voltar para São Paulo? Nem pensar.

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