As lições do mestre

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Autor: Confúcio
Tradutor: André Bueno
Gênero: Estratégia Pessoal
Acabamento: Brochura
Formato:  13,5 x 21 cm
Págs: 96
Peso: 134g
ISBN: 978-85-63420-33-6
Preço: R$ 21,90

E-book
ISBN: 9788563420343
Preço: R$ 9,90

Sinopse:
Esta é uma seleção de ensinamentos de Confúcio (551-479 a.C.), um dos maiores vultos da filosofia e da religião. Confúcio ensinava que a sobrevivência da civilização depende do exercício correto de uma cultura racional, da prática de uma moral eficaz em inibir o mal e ensejar o altruísmo e a bondade. Os preceitos confucionistas defendem uma base humanística na educação, cujo cerne é o aspecto humano e moral. Para o Mestre, o tipo ideal de indivíduo é o Junzi, o “educado”, uma pessoa de bons modos, instrução e qualidades morais elevadas. Traduzidos direto do chinês, estes pensamentos compõem um guia indispensável para nos aconselhar em tempos confusos e de relativismo moral como os de hoje.

Leia o primeiro capítulo

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O Confucionismo é hoje uma religião praticada por cinco milhões de pessoas, a maioria delas na Ásia

Confúcio nasceu em 551 a.C. e morreu em 479 a.C. Ele é tido como um dos principais filósofos chineses. Os Analectos de Confúcio, obra que reúne seus pensamentos, é tão importante para os orientais quanto a Bíblia é para os ocidentais. O livro é um dos poucos registros confiáveis sobre os ensinamentos de Confúcio e é composto por diversos aforismos que o pensador chinês deixou como legados aos seus discípulos e admiradores.

A vida do pensador começou na região Nordeste da China. Aos três anos de idade, Confúcio perde o pai, que sustentava a família, e começa a passar dificuldades. Seus ensinamentos eram mais
centrados em melhorar a relação entre as pessoas. “Quem não sabe o que é a vida, como poderá saber o que é a morte?” — dizia em um de seus aforismos. A carreira de Confúcio tomou uma nova direção quando ele se tornou filósofo da corte. Com este título, tentava fazer com que os governantes chineses dessem bons exemplos a serem seguidos pela sociedade. Confúcio desaprovava qualquer tipo de tirania e mantinha a ideologia de que o Estado existia para beneficiar a população.

Esta é uma seleção de ensinamentos de Confúcio (551-479 a.C.), uma das personalidades mais formidáveis tanto da filosofia quanto da religião. Texto básico da doutrina confucionista, os pensamentos de Confúcio fornecem uma profunda experiência de vida e um guia indispensável para nos aconselhar em tempos confusos e de relativismo moral como os de hoje. Confúcio defendia que a sobrevivência da civilização dependia do exercício correto de uma cultura racional, da prática de uma moral eficaz em inibir o mal e ensejar o altruísmo e a bondade. Para ele, o tipo ideal de indivíduo é o Junzi, o “educado”, uma pessoa de bons modos, senso crítico e qualidades morais elevadas.

A estrutura dos ensinamentos confucionistas visava à construção de uma base amplamente humanística na educação. O centro de seu método era o aspecto humano e moral, sem o qual o entendimento da cultura se veria sempre prejudicado pela superficialidade. Apesar de ser considerado um brilhante conselheiro e o professor máximo de sua época, Confúcio encontrou pouco apoio institucional para consolidar suas políticas educativas e governamentais, pois governos corruptos gostam de falar em educação, mas desprezam qualquer forma de ensino que privilegie a formação crítica do indivíduo.

A tradução foi feita diretamente do chinês pelo sinólogo André Bueno, mestre em História e doutor em Filosofia, que também traduziu outro clássico chinês, A arte da Guerra, para a Jardim dos Livros.

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