dez 19, 2015
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#LeiaMulheres: 23 livros escritos por mulheres que você precisa ler

Quantos livros escritos por mulheres você leu neste ano? Quantos livros escritos por mulheres você já leu no decorrer de toda sua vida?

A chance de você dizer que leu pouquíssimas autoras é bem grande.

Embora mulheres brasileiras tendam a ser maioria como leitoras, elas têm baixa representatividade na literatura.

Aproximadamente 80% dos escritores convidados da Festa Literária de Paraty (Flip) deste ano eram homens, segundo o G1.

Dos atuais 40 membros da Academia Brasileira de Letras (ABL), apenas cinco são mulheres.

Fora do Brasil, a situação não é muito diferente.

A organização VIDA, em 2014, reportou um crescimento na quantidade de mulheres escrevendo resenhas de livros, assim como análise de obras escritas por mulheres, mas há um longo caminho a ser percorrido para haver igualdade de gênero no mundo literário.

O movimento Leia Mulheres quer expandir o alcance das publicações escritas por mulheres. E, em apoio a essa iniciativa, o HuffPost Brasil fez esta diversificada lista de 23 livros escritos por mulheres.

Focada em lançamentos recentes, ela evidencia a riqueza da produção literária (e de quadrinhos) feminina.

‘Americanah’, de Chimamanda Ngozi Adichie
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Nigéria, anos 1990. O país está sob o comando de um governo militar. A jovem Ifemelu decide deixar sua terra natal para partir aos Estados Unidos, a fim de estudar. Lá, ela vive dificuldades decorrentes de preconceitos por ser mulher, negra e imigrante, mas isso não vai impedi-la de se realizar. Quinze anos depois, ela volta à Nigéria e encontra seu país diferente. Um amor da adolescência também já não é mais o mesmo. Americanah é o romance de sucesso da renomada e premiada Chimamanda Ngozi Adichie, atualmente um ícone literário e feminista. 

Editora: Companhia das Letras
Páginas: 520
Preço: R$ 54; e-book R$ 38

‘A Amiga Genial’, de Elena Ferrante

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No primeiro livro da tetralogia Napolitana, as meninas Elena e Rafaella se tornam grandes amigas, em plena cidade italiana de Nápoles nos anos 1950. Apesar de quererem muitas coisas em comum e fazerem planos, algo faz as duas seguirem caminhos distintos na vida. Isso é explorado pelos outros livros da série, que aborda a amizade feminina e as transformações sociais pós-II Guerra Mundial. O mistério sobre este bestseller é sua reclusa autora (ou autor?), que usa o pseudônimo Elena Ferrante e se recusa a se identificar publicamente. 

Editora: Globo Livros
Páginas: 336
Preço: R$ 44,90

‘Holocausto Brasileiro’, de Daniela Arbex
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Daniela Arbex, jornalista da Tribuna de Minas, resgata a memória e a identidade das 60 mil pessoas mortas no hospício Colônia, na cidade de Barbacena (MG), que funcionou durante a maior parte do século 20. Aproximadamente 70% dos internados não tinham doença mental alguma – eram homossexuais, mulheres vítimas de estupro e alcoólatras, entre outras pessoas de diversas origens e realidades. Sob tutela do Estado brasileiro, elas foram perversamente desumanizadas. Enquanto o manicômio lucrava com a morte, diversos desrespeitos aos direitos humanos aconteceram ali. Holocausto Brasileiro recebeu em 2014 o prêmio Jabuti na categoria de reportagem. 

Editora: Geração Editorial
Páginas: 256
Preço: R$ 39,90; e-book R$ 19,90

Conheça os demais (aqui)

Fonte: BrasilPost

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