Kika, a estranha

kika

 

Autor: Kika Salvi
Gênero: Diário

Formato: 16 X 23 cm
Páginas: 255 

ISBN: 857509110-7
Peso: 0.3 kg.
Preço: R$ 34,00

Sinopse:
À maneira de Bridget Jones, em seu diário, ou de alguma personagem de Sex and the City, Kika Salvi, jornalista e mulher, narra suas aventuras e desventuras neste mundo machista, enquanto destrói e constrói idéias, conceitos e preconceitos, um livro que nos revela a intimidade de um diário e nos envolve com suas histórias sem concessões: ela não tem medo nem dela nem dos outros. Tão doce e vingativa quanto a Carrie do filme de Brian De Palma, nos conduz pelos labirintos humanos e sensuais de sua intimidade, desnudando corpo e alma como toda mulher honesta deveria fazer.

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Despudorada e criativa
Com esta mistura Kika Salvi vomita os sapos, conta os bastidores do jornalismo e narra suas aventuras de descasada neste seu primeiro livro

À maneira de Bridget Jones, em seu diário, ou de alguma personagem de Sex and the City, Kika Salvi, jornalista e mulher, narra suas aventuras e desventuras neste mundo machista, enquanto destrói e constrói idéias, conceitos e preconceitos. Kika, a Estranha, lançado agora pela Geração Editorial, é um livro que nos revela a intimidade de um diário e nos envolve com suas histórias sem concessões: ela não tem medo nem dela nem dos outros. Tão doce e vingativa quanto a Carrie do filme de Brian De Palma, Kika nos conduz pelos labirintos humanos e sensuais de sua intimidade, desnudando corpo e alma como toda mulher honesta deveria fazer.

Kika é mais corajosa que Carrie Bradshaw, personagem principal de Sex in The City, e mais confiante que Bridget Jones, personagem inglesa que se transformou em filme. É uma inusitada mistura entre estas personagens literárias, que se transformaram em referências mundiais, porém, muito mais apimentada e sincera. Kika é a nossa Bridget “samba-rock”.

A própria Kika se define como “estranha” e engoliu muitos sapos na vida. Este livro é sua maneira de “vomitar sapos”, como ela define. Mas, de alguma forma engraçada, nos identificamos com as trapalhadas e imperfeições da vida comum narradas por ela: novos amigos loucos, por vezes, um pouco descontrolados e possessivos; sexo frustrado; falta de dinheiro; a casa meio capenga; festas planejadas e não tão bem-sucedidas; adaptação ao trabalho. Kika, a Estranha, é, em verdade, uma mulher surpreendente por colocar os pingos nos is sem medo de incomodar.

Jornalista, duas filhas pequenas, logo após pedir a separação de um casamento “ideal”, que durou sete anos, passou a assinar a coluna de sexo, na revista VIP, da Editora Abril, e a trabalhar na própria redação. Algumas dessas colunas intercalam e complementam a narração do livro. Foi um começo um pouco difícil. Acostumada à vida de “dondoca”, passou por poucas e boas até aprender a ser independente e se mostrar uma profissional de talento.

Sem esconder sua própria vaidade, ela nos descreve de forma rápida e direta cada pessoa, por isso, nos envolvemos e descobrimos suas características físicas e morais. Kik a tem a qualidade de aproximar do leitor seus amigos, inimigos e amantes.

O livro pode ser encarado como auto-ajuda. Não por dar dicas de como se sentir melhor ou ser bem-sucedido, mas por nos inspirar a não nos contentarmos com desaforos, por sua sinceridade e coragem de mudar a vida quando ela parece tão perfeita e certinha.

Bem-humorada, irônica e, às vezes, cruel, os relatos deixam a leitura fluir enquanto a narradora conta sua aventuras, seus casos de amor, confissões sobre os homens, as infelizes recordações de ter sido molestada pelo próprio avó quando era criança, e a vida na redação onde trabalhava como editora de sexo. Kika é ousada e suas confissões sobre os bastidores da mídia irão deixar muita gente de cabelos em pé, como o caso com um famoso e badalado diretor de TV! Ela vai direto ao assunto, sem rodeios e revela intimidades que muitas mulheres se envergonhariam e não contariam nem no divã do analista. As aventuras com o vibrador alemão e as tentativas de chegar ao orgasmo depois do fim do casamento.

À medida em que o tempo vai passando, o leitor acaba se envolvendo e torcendo por um “final feliz”, à sua moda, claro.

Este, sim, é um livro para ser lido com prazer e volúpia por toda mulher que se quer afirmar verdadeiramente. Mas é também um livro obrigatório para todo homem que pretenda entender – se quer ser feliz – a psicologia feminina

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