Jesus, a verdadeira história

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Autor: Jacques Duquesne
Gênero: História
Formato 14×21 cm
Página: 312
ISBN: 857509135-2
Peso: 0.6 kg.
Preço: R$ 64,00

Sinopse:
Quem foi, na realidade, Jesus? O historiador francês Jacques Duquesne revela que o Jesus verdadeiro foi quase tudo o que se conta no Novo Testamento, mas foi também uma espécie de curandeiro, como vários que naquela época andavam pela Palestina, e que em determinado momento tornou-se um subversivo, que pode não ter pensado em construir uma igreja e certamente não ressuscitou, mas teve o cadáver provavelmente roubado pelos apóstolos. Um livro polêmico, sério e perturbador, no qual o autor parte de fontes históricas e bíblicas, confirma fatos, derruba mitos e traça a verdadeira história do camponês da Galileia.

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Geração Editorial relança biografia histórica de Jesus
Livro do historiador francês Jacques Duquesne, com tradução de Daniel Piza, usa fontes bíblicas e documentos históricos 

Um dia, há quase dois mil anos, um homem saiu pela Palestina anunciando uma sociedade nova. Tinha uma mensagem diferente, baseada no amor ao próximo e na renúncia ao dinheiro, ao poder e à glória. Não era o único: naqueles tempos conturbados, outros também saíam pelo mundo, maltrapilhos e inconformados, pregando heresias e verdades e praticando atos de exorcismo e curandeirismo. Estes profetas visionários, ou meros charlatães, eram invariavelmente seguidos por uma multidão de aleijados, paralíticos, leprosos, prostitutas, desiludidos da vida e débeis mentais.

Um desses visionários era Jesus. Mas, ao contrário dos demais, dos quais a história apenas registra que existiram, sem lhes gravar sequer os nomes, a mensagem deste Jesus transtornou os homens e mulheres de seu tempo, perdurou depois da morte e mudou a história do mundo.

É da verdadeira história de Jesus, este camponês judeu de curta existência e vida trágica, que trata este extraordinário livro de Jacques Duquesne. Ele se baseia em fontes históricas e bíblicas, mas não nos ilude com falsa erudição e incansáveis citações de documentos, canônicos ou apócrifos. Ele vai direto aos fatos. Como um grande jornalista, conta com honestidade o que se pode contar, à luz das últimas descobertas.

Que Jesus existiu não se discute mais. Mas quem era ele? Um idealista utópico inconsciente dos riscos e perigos a que se expunha, ao enfrentar o Templo dos sacerdotes judeus corrompidos pelo dominador romano? Um maluco adorável, que entristecia a mãe com a história de ser filho de Deus e não convencia disso nem mesmo os irmãos, que o julgavam louco? Um embusteiro que curava cegos com a própria saliva e arrastava atrás dessas maluquices um bando de discípulos que chegou a ser numeroso, mas diminuiu muito nos seus últimos dias, para aumentar em progressão geométrica depois de sua morte? Um alegre e jovial contador de fábulas que gostava de boa comida e bom vinho, mas sabia também ser enérgico e duro? Um rabi subversivo que bebeu na fonte dos essênios, mas aliou-se depois aos agitadores zelotes, fato que os evangelistas ocultaram, mais preocupados com religião do que com política?

O que fez e disse Jesus que mudou tanto a história da humanidade? E o que não fez nem disse? O que, em sua história, não passa de mito e lenda inventados pelos seguidores e registrados pelos evangelistas? Jesus tinha irmãos? Maria era virgem? Quem eram seus principais inimigos? Quem o condenou e por quê? Quem eram Judas, Pilatos, João Batista e Herodes? E como, verdadeiramente, Jesus morreu?

A história deste Jesus que viveu na Palestina nos tempos de Herodes, Pilatos e Caifás é mais complexa do que se imagina. Enquanto não se descobrirem mais documentos, ainda ficará envolta em algum mistério. De qualquer ângulo através do qual se a examine, porém, um fato é indiscutível, como afirma Duquesne: algo aconteceu, naqueles dias, que irrompeu em fé e mudou a humanidade. Um homem foi condenado à morte sem ter culpa e sumiu de seu sepulcro, depois de ter dedicado a vida a propagar suas idéias numa região bastante diminuta do planeta.

Os evangelistas afirmam que o homem ressuscitou, por ser filho de Deus. Os judeus daquele tempo afirmaram que o cadáver foi roubado – outros, que não chegou a morrer e fugiu. Ou que não foi crucificado, mas apedrejado e enforcado. A história não pode dizer se Jesus viveu depois de 7 de abril do Ano 30 ou se morreu para sempre naquela data. O que se pode dizer é apenas que algo aconteceu naqueles dias – um evento que, como afirma Jacques Duquesne, transtornou os homens e mulheres daquele tempo, perdurou pela palavra de seus seguidores, espalhou-se pelo planeta inteiro e transformou o mundo.


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