Jesus, a verdadeira história

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Autor: Jacques Duquesne
Gênero: História
Formato 14×21 cm
Página: 312
ISBN: 857509135-2
Peso: 0.6 kg.
Preço: R$ 43,00

Sinopse:
Quem foi, na realidade, Jesus? O historiador francês Jacques Duquesne revela que o Jesus verdadeiro foi quase tudo o que se conta no Novo Testamento, mas foi também uma espécie de curandeiro, como vários que naquela época andavam pela Palestina, e que em determinado momento tornou-se um subversivo, que pode não ter pensado em construir uma igreja e certamente não ressuscitou, mas teve o cadáver provavelmente roubado pelos apóstolos. Um livro polêmico, sério e perturbador, no qual o autor parte de fontes históricas e bíblicas, confirma fatos, derruba mitos e traça a verdadeira história do camponês da Galileia.

 

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Geração Editorial lança para o Natal
Livro do historiador francês Jacques Duquesne usa fontes bíblicas

Um dia, há quase dois mil anos, um homem saiu pela Palestina anunciando uma sociedade nova. Tinha uma mensagem diferente, baseada no amor ao próximo e na renúncia ao dinheiro, ao poder e à glória. Não era o único: naqueles tempos conturbados, outros também saíam pelo mundo, maltrapilhos e inconformados, pregando heresias e verdades e praticando atos de exorcismo e curandeirismo. Estes profetas visionários, ou meros charlatães, eram invariavelmente seguidos por uma multidão de aleijados, paralíticos, leprosos, prostitutas, desiludidos da vida e débeis mentais. 

Um desses visionários era Jesus. Mas, ao contrário dos demais, dos quais a história apenas registra que existiram, sem lhes gravar sequer os nomes, a mensagem deste Jesus transtornou os homens e mulheres de seu tempo, perdurou depois da morte e mudou a história do mundo. 

É da verdadeira história de Jesus, este camponês judeu de curta existência e vida trágica, que trata este extraordinário livro de Jacques Duquesne. Ele se baseia em fontes históricas e bíblicas, mas não nos ilude com falsa erudição e incansáveis citações de documentos, canônicos ou apócrifos. Ele vai direto aos fatos. Como um grande jornalista, conta com honestidade o que se pode contar, à luz das últimas descobertas.

Que Jesus existiu não se discute mais. Mas quem era ele? Um idealista utópico inconsciente dos riscos e perigos a que se expunha, ao enfrentar o Templo dos sacerdotes judeus corrompidos pelo dominador romano? Um maluco adorável, que entristecia a mãe com a história de ser filho de Deus e não convencia disso nem mesmo os irmãos, que o julgavam louco? Um embusteiro que curava cegos com a própria saliva e arrastava atrás dessas maluquices um bando de discípulos que chegou a ser numeroso, mas diminuiu muito nos seus últimos dias, para aumentar em progressão geométrica depois de sua morte? Um alegre e jovial contador de fábulas que gostava de boa comida e bom vinho, mas sabia também ser enérgico e duro? Um rabi subversivo que bebeu na fonte dos essênios, mas aliou-se depois aos agitadores zelotes, fato que os evangelistas ocultaram, mais preocupados com religião do que com política?
O que fez e disse Jesus que mudou tanto a história da humanidade? E o que não fez nem disse? O que, em sua história, não passa de mito e lenda inventados pelos seguidores e registrados pelos evangelistas? Jesus tinha irmãos? Maria era virgem? Quem eram seus principais inimigos? Quem o condenou e por quê? Quem eram Judas, Pilatos, João Batista e Herodes? E como, verdadeiramente, Jesus morreu? 

A história deste Jesus que viveu na Palestina nos tempos de Herodes, Pilatos e Caifás é mais complexa do que se imagina. Enquanto não se descobrirem mais documentos, ainda ficará envolta em algum mistério. De qualquer ângulo através do qual se a examine, porém, um fato é indiscutível, como afirma Duquesne: algo aconteceu, naqueles dias, que irrompeu em fé e mudou a humanidade. Um homem foi condenado à morte sem ter culpa e sumiu de seu sepulcro, depois de ter dedicado a vida a propagar suas idéias numa região bastante diminuta do planeta. Os evangelistas afirmam que o homem ressuscitou, por ser filho de Deus. Os judeus daquele tempo afirmaram que o cadáver foi roubado – outros, que não chegou a morrer e fugiu. Ou que não foi crucificado, mas apedrejado e enforcado. A história não pode dizer se Jesus viveu depois de 7 de abril do Ano 30 ou se morreu para sempre naquela data. O que se pode dizer é apenas que algo aconteceu naqueles dias – um evento que, como afirma Jacques Duquesne, transtornou os homens e mulheres daquele tempo, perdurou pela palavra de seus seguidores, espalhou-se pelo planeta inteiro e transtornou o mundo.

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