Homem. Cuidado, Frágil

Prosas com melodia de amor e de destino

Autor: Mário Rosa
Gênero: Literatura Brasileira
Acabamento: Flexível com 2 cores
Formato: 15,6x23cm
Págs: 208
ISBN: 9788581304144
Preço: R$49,00  

Sinopse:
Mario Rosa, jornalista e sem dúvida o maior especialista brasileiro em reputação e crise, passou boa parte da vida ajudando empresários, políticos e artistas a administrarem honra, imagem, efeitos de denúncias em suas vidas e em seus negócios.
Agora, em seu primeiro e surpreendente livro sobre o amor, ele se debruça sobre outra espécie de crise. A crise do homem frágil, à beira da vitória e da catástrofe, da conquista e da derrota, da alegria e da tristeza, da frieza
e da paixão.
O resultado – para quem souber ler essa prosa poética inesperada e sutil –e, ao mesmo tempo, comovente e devastador.

Release:

Sobre o Autor: Mario Rosa é jornalista e autor de outros quatro livros. Este é o primeiro sobre o amor.

O homem frágil e o amor

Em seu novo livro, o consultor de crises Mario Rosa surpreende e trata da fragilidade do chamado sexo forte e dos labirintos das relações amorosas, seus encontros e desencontros. Homem. Cuidado, frágil é uma leitura esclarecedora, proveitosa e agradável para quem amou, ama ou vai amar.

Depois de quatro livros sobre escândalos e crises de pessoas e empresas célebres e poderosas, o jornalista e consultor de crises Mario Rosa dá uma guinada na sua carreira e publica uma obra surpreendente: Homem. Cuidado, frágil: prosas com melodia de amor e de destino (Geração Editorial, 208 páginas). Trata-se de uma reunião de textos sobre mistérios, encantos e dissabores do amor, um labirinto em que todo ser humano um dia viveu, vive ou viverá. Bom presente e boa leitura para o Dia do Namorados ou qualquer outro dia. Acostumado a lidar com problemas de honra e reputação de pessoas como o médico Roger Abdelmassih, o empresário Eike Batista e políticos e empresas em apuro, Mario Rosa volta-se agora para uma questão delicada da sua própria vida e de todos nós. 

“Este é um livro sobre o amor”, afirma a jornalista e organizadora da obra, Luciana Moherdaui. “Também é um livro sobre o desamor, sobre a paixão, sobre o abandono, sobre a dor e sobre o recomeço”, acrescenta, na apresentação de Homem. Cuidado, frágil. “Mas este é, sobretudo, um livro que desvenda o homem frágil, absolutamente sensível, surpreendido pela vida, experimentado por uma catarse”, diz ela também. 

Devido à variedade e ao número de textos que escreveu sobre o tema, o próprio autor teve dificuldade em organizar o livro e buscou ajuda feminina. “Com seu olhar rigoroso e sua habilidade refinada, Luciana foi quem construiu também o encadeamento das prosas”, afirma Mario Rosa. Jornalista experiente e premiada, Luciana Moherdaui, autora de Jornalismo sem manchete – A implosão da página estática (Senac, 2016), selecionou 91 “prosas” entre as 150 apresentados pelo autor. 

Em edição ricamente ilustrada, o livro de Mario Rosa tem capa, projeto gráfico e diagramação da artista plástica Gaya Rabello, “autora de toda a concepção estética e de toda a linda representação visual que, necessariamente, um livro de amor precisa ter”, observa o autor. Ele agradece também ao editor Luiz Fernando Emediato: “Um homem frágil que admiro pela coragem, amizade e ousadia de sempre me apoiar em meus delírios autorais”. O autor rende homenagem também, in memoriam, “ao genial psicoterapeuta Flávio Gikovate [1943-2016], que muito antes de todos pressentiu que o empoderamento de todos os gêneros iria produzir um homem frágil”. E completa: “Não um homem fraco, mas uma fragilização relativa do poder absoluto que um dia o machão misógino já possuiu”.

É de fato surpreendente que o autor de A era do escândaloA reputação e Entre a glória e a vergonha, todos também publicados pela Geração Editorial, volte-se para uma esfera tão delicada e universal. Na orelha de Homem. Cuidado, frágil, a editora afirma que agora Mario Rosa “se debruça sobre outra espécie de crise. A crise do homem frágil, à beira da vitória e da catástrofe, da conquista e da derrota, da alegria e da tristeza, da frieza e da paixão”. E acrescenta: “As facetas desse homem frágil foram reveladas por uma catarse ao longo dos últimos três anos, e o amor é um dos componentes desse estado emocional. O outro é a descoberta dessa sensibilidade, não da fraqueza”. 

No texto que comenta o conteúdo do livro, a editora diz ainda que “Mario Rosa fez o insuperável exercício do amor: do abandono à paixão que devora”. E mais: “O corajoso depoimento do autor a respeito dos labirintos desse amor, que está além das tradições, é chocante. Desafia a razão, quebra tabus, inclui a traição como um pacto entre casais”.  

Em frases curtas, mas elaboradas, nunca banais, e de leitura fácil, o autor como que reproduz nos textos desse novo livro o tom de sua fala serena, pausada, sem nenhum traço de vaidade ou orgulho, e sempre convidativa, convincente. “Não é justo eu ver você desfilar assim tão bela e só me restar o papel de espectador de sua plateia”, escreve Mario Rosa em “Paixão que devora”, um dos 91 textos do volume.

Em “Castelo encantado”, escreve: “Quero olhar nos seus olhos e ver sua ternura. Quero acreditar na sua pureza. Quero de novo, enfim, ter a certeza. De que encontrei a alma gêmea, a minha metade nesse mundo”.

O amor pode ser uma “Explosão irreversível”, título da “prosa” que começa assim: “O amor? Sei lá. Mas acho que não é o encontro entre dois seres. É o encontro entre dois momentos, entre duas velocidades, entre duas trajetórias”. 

Em “Bendito tombo!”, o autor enfrenta dissabores, sente-se frágil e se penitencia: “Meu amor, me perdoe. Me perdoe por ter sido eu quando isso era o máximo que conseguia ser. Quando ainda não havia deixado de ser eu o suficiente para entender o quanto estava errado em ser eu daquela forma, sobretudo com você”.

No último texto do livro, “O coro dos amores”, ele volta a revelar fragilidade: “Pois o homem frágil escuta o mundo como jamais ouviu e se faz ouvir como jamais soprou. Quantos ruídos, quanta balbúrdia, mas também quanta sintonia, quantas sinfonias do mais elevado amor ecoam nos meus tímpanos […] Os sopros do amor serão sempre eternos ou se dispersam no ar e se perdem no vento?”. O leitor encontrará resposta para essa e outras questões amorosas e, por que não?, existenciais, nesse novo livro de Mario Rosa, o fascinante Homem. Cuidado, frágil, disponível nas boas livrarias de todo o país

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