Goleador

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Autor: Hosmany Ramos
Gênero: Romance
Formato: 16×23 cm
Páginas: 208
ISBN: 978-85-6150-123-5
Peso: 0.25 kg.
Preço: 32,00

Sinopse: Mais uma vez, o mais que polêmico Hosmany Ramos escolhe como alvo de sua escrita afiada os subterrâneos do mundo do crime. Em “O Goleador – Morte e Corrupção no Futebol”, o autor mira de maneira inteligente e com profundo conhecimento do tema o universo corrupto da máfia dos campos, personificado na figura da International Soccer Marketing.

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O GOLEADOR Hosmany Ramos foge da prisão para a Europa e lança livro polêmico sobre morte, pedofilia e corrupção no futebol brasileiro
Novo livro de Hosmany Ramos revela as ações da máfia do futebol e a vida de jogador famoso envolvido com belas mulheres, homossexualismo e sexo com crianças. Mas o autor diz que é tudo coincidência

Mais uma vez, o cirurgião plástico e escritor Hosmany Ramos mostra que sua literatura – e sua vida – não são para quem procura rotina, conformismo e leitura passageira. Na prisão desde 1981, com algumas fugas e vários livros publicados – dois deles na França – e foragido desde o Natal, o escritor ressurgiu agora em um país da Europa, depois de deixar o Brasil pela Guiana Francesa, onde visitou a Ilha do Diabo, numa homenagem ao também fugitivo Henri Charriére, autor de Papillon. Fez uma reunião com seu editor francês – da Gallimard – em Paris e daqui alguns dias estará na Austrália, lá deseja escrever sua mais do que polêmica autobiografia.

Antes de viajar para a Austrália, porém, Hosmany quer dar uma entrevista – pelo Skype, num telão a ser colocado em sua editora, a Geração Editorial – sobre seu novo livro, “O Goleador – Morte e Corrupção no Futebol”.

Trata-se de um vertiginoso thriller policial que começa com o assassinato de um cartola do futebol brasileiro, Heleno Miranda, sócio de um jornal e presidente de um clube de futebol. Os principais suspeitos do crime são uma bela mulher e um jogador famoso, Rony Lee, que acaba surpreendido num automóvel fazendo sexo com um garoto de progama. Termina – depois de passar por cenas de sexo e drogas na alta sociedade carioca – com a elucidação do crime e das manipulações de jogos – até da Copa do Mundo – por uma poderosa organização internacional.

O livro envolve também em sua trama personagens que parecem inspirados em figuras da sociedade brasileira atual: políticos de todo tipo, empresários, artistas, socialites. Mas o autor garante, claro, que isso é mera coincidência.

Hosmany transita como ninguém pelos subterrâneos do mundo do crime. Há quase 30 anos na cadeia, surpreende como ele parece conhecer a fundo seu novo tema: o universo corrupto da máfia dos campos de futebol, personificada numa organização conhecida como International Soccer Marketing, formada por figurões da mídia, magnatas do petróleo e gente movida a dinheiro e ganância.

Esta associação espalha seus tentáculos ao redor do planeta e não mede esforços para manipular os resultados dos grandes campeonatos, inclusive o da Copa do Mundo da França, em 1988, no qual o Brasil foi acusado de entregar a final para os anfitriões.

Tudo vai na mais perfeita paz, até que seu caminho é atravessado pelo jovem jornalista Ray Becker, um garotão recém-chegado de um estágio na Alemanha que, de um dia para o outro, se vê envolvido nesta sórdida trama envolvendo sexo, drogas, assassinato e pedofilia, ingredientes mais do que bem temperados para prender o leitor da primeira à última página.

Fluida, a narrativa caminha com tranquilidade por um universo estampado diariamente nos jornais e revistas de celebridades. Chocantes e avassaladores, os acontecimentos vão se sucedendo de maneira rápida e vertiginosa. Como numa montanha-russa, é preciso se segurar bem para chegar até o final da trama.

A história ganha contornos ainda mais reais graças às habilidades narrativas do autor que, longe de ser alguém que escreve de um mundo imaginário, conhece bem o universo que está destrinchando.

No final dos anos 70, já rico e famoso, Hosmany Ramos trabalhava no Rio de Janeiro como cirurgião plástico na equipe de Ivo Pitanguy, o mais importante cirurgião plástico brasileiro e um dos maiores, senão o maior do mundo. Vivia rodeado de belas mulheres e frequentava o jet set internacional até sua prisão em 1981, acusado de vários crimes.

Ao invés de se transformar num empecilho, o confinamento foi a força motora para que o autor desenvolvesse seu talento literário. Como disse Hosmany em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo: “Transformei o sofrimento da prisão em aprendizado. A grande riqueza do homem é o tempo, não é dinheiro, carros importados, mansões maravilhosas e sucesso, é o conhecimento”.

Hosmany tem mais de cinco livros publicados e durante muitos anos seu trabalho foi pouco valorizado no Brasil. Foi preciso que a França o descobrisse como autor – dois livros seus já foram publicados pela renomada Gallimard – para que ele encontrasse seu espaço por aqui.

Dele, a Geração Editorial já publicou, além deste, três outros livros:Pavilhão 9Sequestro Sangrento e Delitos Obsessivos.

 

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