Descubra a verdadeira história da Lava Jato

Descubra a verdadeira história da Lava Jato

Quais as reais motivações daquela que se proclamou a maior operação de combate à corrupção do Brasil? Em Geopolítica da Intervenção – a verdadeira história da Lava Jato, publicado pela Geração Editorial, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes afasta as especulações e revela os bastidores sob a ótica de quem viveu alguns dos episódios decisivos da investigação.

A Operação Lava Jato desvendou um grande esquema de corrupção, ajudou a recuperar bilhões em dinheiro desviado dos cofres públicos e aplicou penas severas aos autores desses crimes. Por trás do encantamento que produziu na sociedade, sempre houve rumores a respeito das reais motivações dos investigadores, especialmente sobre um suposto conluio entre o governo americano e a Lava Jato.

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O autor, Fernando Augusto Fernandes, rejeitou as especulações e foi atrás de fatos e provas para contar essa história, sob sua ótica privilegiada, de quem viveu alguns de seus episódios decisivos como advogado. Este livro apresenta um relato objetivo, ilustrado com vários documentos e passagens que mostram com clareza os interesses ocultos dos Estados Unidos na Lava Jato.

Não se trata de uma história colhida na superfície, mas sim de um trabalho de fundo, para localizar e encaixar as peças de um quebra-cabeças que retrata um Brasil emergente como liderança regional, os cobiçados poços de petróleo do pré-sal e o ataque a um dos líderes de esquerda mais populares e bem avaliados da história do país, em meio a ligações familiares e religiosas que vão sustentar as controvertidas ações do Judiciário. O livro é leitura obrigatória para compreensão de um dos episódios mais marcantes da história do Brasil.

Geopolítica da Intervenção fará você refletir sobre os destinos do nosso país.
Celso Antônio Bandeira de Mello e Weida Zancaner

Leitura obrigatória para compreensão de um dos episódios mais marcantes da história do Brasil.
LUIZ FERNANDO EMEDIATO, editor e escritor.

Neste livro polêmico e surpreendente, o advogado e cientista político Fernando Augusto Fernandes desmonta a história de que a Operação Lava Jato foi e ainda é uma investigação insuspeita, para combater os crimes de políticos corruptos e grandes empresários corruptores. Foi isso também — mas seu maior propósito foi:
Além de criar as condições para um governo de direita, o que acabou resultando na eleição de um azarão para a presidência da República
Por trás do encantamento que produziu na sociedade, sempre houve rumores a respeito das reais motivações dos investigadores, especialmente sobre um suposto conluio entre o governo americano e a Lava Jato. O autor rejeitou as especulações e foi atrás de fatos e provas para contar essa história sob a ótica privilegiada de quem viveu alguns de seus episódios decisivos, como advogado.
Fernando Augusto Fernandes é imparcial a ponto de defender acusados dos dois lados (políticos de diversos partidos e governos, inclusive do atual, empresários, jornalistas, promotores e juízes). Isso lhe dá autoridade moral para defender a ideia de que a Operação Lava Jato combateu, sim, a corrupção – mas seu objetivo era outro.
O livro apresenta um relato objetivo, ilustrado com documentos e passagens que mostram com clareza os interesses ocultos dos Estados Unidos. É um trabalho de fundo, para localizar e encaixar as peças de um quebra-cabeças que retrata um Brasil emergente como liderança regional, os cobiçados poços de petróleo do pré-sal e o ataque à reputação de um dos líderes de esquerda mais populares e bem avaliados da história do país.
O autor faz isso mesclando pesquisa, estudo e sua vivência nos tribunais. Os historiadores do futuro terão aqui fonte segura para seus relatos: documentos, links de vídeos e textos na internet, material jornalístico, processos, genealogias, cruzamentos de relações familiares, religiosas e de amizade entre procuradores, delegados, juízes, provas de compadrios e relações suspeitas entre investigadores e julgadores, nas cortes inferiores, no Supremo Tribunal Federal, nas igrejas católica e evangélica, no Congresso e até na Ordem dos Advogados do Brasil.
O livro é leitura obrigatória para compreensão de um dos episódios mais marcantes da história do Brasil. “Só o caminho da legalidade, da constitucionalidade e da democracia“, conclui Fernando Augusto Fernandes, “poderá nos levar a ser um país melhor, onde se respeitem os direitos dos cidadãos, os quais o Estado deve servir, e não submeter.”
Fernando Augusto Fernandes sempre foi um advogado combativo. Ele atuou duramente para acessar os arquivos secretos com os áudios dos julgamentos dos presos políticos no STM (Supremo Tribunal Militar), a partir de 1997, como relatou em seu livro “Voz humana: a defesa perante os Tribunais da República”. Confira nesse vídeo a entrevista concedida pelo advogado e pesquisador à Revista Época, em que revela o teor dos conteúdos acessados, às custas de uma extensa batalha jurídica, que durou 20 anos.

A forma autoritária e em desrespeito às decisões do Supremo
Tribunal Federal não eram novas para Sérgio Moro. O juiz havia
determinado a monitoração do advogado e professor Cezar Roberto
Bitencourt para a sua defesa. Fez uma trajetória não só de cooperação
internacional com autoridades estrangeiras, mas também
de atitudes heterodoxas no Direito, a exemplo da perseguição a
advogados. (Geopolítica da Intervenção, p. 88)

SOBRE O AUTOR

Fernando Augusto Fernandes é advogado e cientista político. Nos anos 90 desvendou os arquivos sonoros dos julgamentos de presos políticos da década de 70. Vinte anos depois, por meio de dois julgamentos, o Supremo Tribunal Federal reabriu os arquivos e os tornou públicos. Com os arquivos, lançou sua tese de mestrado: “Voz Humana — A Defesa Perante os Tribunais da República” e de doutorado: “Poder e Saber — Campo Jurídico e Ideologia”. Como advogado, atuou em causas de grande repercussão nos tribunais superiores, criando jurisprudência, súmulas e precedentes extraordinários. Foi defensor — vitorioso — do presidente do Instituto Lula e redator e signatário do habeas corpus pelo qual obteve a decisão de soltar Lula em 2018, no TRF-RS, assim como da reclamação no STF que permitiu a toda a imprensa entrevistá-lo.

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