Flora Hen

Flora_Hen

Flora Hen
Autor:
Hwang Sun-mi
Tradução: Lidia Luther
Gênero:Literatura estrangeira
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6x23cm
Págs: 148
Peso: 328g
ISBN: 978-85-8130-281-2
Preço: R$ 34,90

E-book
ISBN: 9788581302829
Preço: R$ 14,90

Sinopse:
A moderna fábula coreana com 2 milhões de exemplares vendidos que está conquistando corações em todo o mundo.
Flora Hen é uma galinha. Flora Hen é carismática. Ela vai fazer você rir e chorar, ela vai surpreender você – mas, principalmente, ela vai lhe ensinar, com doçura e coragem, a ser melhor, mais humano e mais forte, nos insuspeitos e perigosos caminhos da vida.
Tão poético e filosófico quanto “O pequeno príncipe”. Tão iluminado quanto “Fernão Capelo Gaivota”. Tão animador quanto “A arte da guerra”. Tão inspirador quanto a Bíblia. Criança ou adulto, pode ler sem susto: a encantadora história de Flora Hen vai tocar seu coração.

Leia o primeiro capítulo

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FLORA HEN

A moderna fábula coreana com 2 milhões de exemplares vendidos que está conquistando corações em todo o mundo

Prepare-se, leitor, para se comover, chorar e, fechada a última página, voltar à primeira, cheio de vontade de ler de novo e pensar no quão bela e difícil é a vida nessa terra. Mas também como é enriquecedor tirar lições valiosas das coisas que acontecem e poder seguir em frente, confortado pela esperança. Ainda que com lágrimas no rosto.

Alguns livros marcam seu tempo e seguem vida afora emocionando gerações inteiras. É o caso de O pequeno príncipe, de Antoine de Saint- Exupéry, escrito há 71 anos, o terceiro livro mais traduzido depois da Bíblia. Ou de Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach, de 1970. O primeiro, escrito originalmente para crianças, encanta também adultos por seu conteúdo filosófico e poético. O segundo, ao tratar da liberdade, tocou com delicadeza em tema central de nossa existência.

“Leafie” (derivado de Leaf, “folha”), “A galinha que sonhava que podia voar”, título do original coreano, ou “Sprout” (broto), na versão inglesa, ganhou entre nós o título de Flora Hen. Flora é uma galinha poedeira, condenada a apenas botar ovos que jamais chocará e que sonha, na verdade, não só com a liberdade (voar), mas também em chocar um ovo, ser mãe.

De seu posto no galinheiro, ela olha com inveja todos os demais bichos da granja, até que, enfraquecida, ela é retirada de sua gaiola para ser descartada — para morrer. Mas não é isso o que acontece: ela cai no mundo, enfrenta a indiferença ou a hostilidade dos outros bichos,torna-se mãe do ovo de outra e, de peripécia em peripécia, corajosa como só ela, nos encanta com sua coragem e suas fantásticas lições de vida. 

Eu jamais havia lido um livro em que uma personagem tão doce e carismática fosse um animal tão prosaico quanto uma galinha. Daí que o mistério deste livro reside no fato de que sua autora, Hwang Sunmi, conseguiu colocar na personagem tanta doçura e grandeza que o resultado não poderia ser outro: 2 milhões de exemplares vendidos só na Coreia!

Ali, Flora se tornou heroína nacional. Conquistou crianças e adultos, confortou deprimidos, levantou o ânimo de fracassados, reaproximou enamorados e animou empreendedores que o consideraram tão estimulante quanto A arte da guerra, de Sun Tzu. A vida pode ser dura e cruel e há sempre uma doninha — ou um leão, ou a máquina urbana neurótica — prontos para nos engolir. No entanto…

Pois é, sempre há um “no entanto”. Flora se rebela contra a tradição, a indiferença pelo sofrimento alheio, o egoísmo, a violência dos predadores, o medo, os preconceitos e condicionamentos da vida em sociedade. Ela enfrenta o mundo cruel, luta por sua liberdade, briga para superar-se, defende seu bebezinho das durezas da vida. E vence? Bom, para isso você precisa ler o livro. Ele tem ressonância universal e uma personagem inesquecível, capaz de lhe ensinar muitas coisas em poucas palavras, tocando sua mente e seu coração. Se chorar muito ao final, não se envergonhe. É por meio da catarse, já pregavam os gregos, que purgamos nossos defeitos e podemos seguir em frente, transformados, pelos insuspeitos e perigosos caminhos da vida.

Entrevista com a autora

De onde veio a inspiração para Flora Hen – Uma fábula de amor e esperança?

Tive a ideia de escrever uma história sobre uma galinha enquanto assisti a TV. A inspiração para o pato veio de uma história em quadrinhos. Estas duas fontes de inspiração foram surpreendentes por serem tão diversas.

Por que você escolheu uma galinha para seu personagem principal?

Uma galinha não é o mais legal ou o mais bonito dos personagens para ser uma heroína. Galinhas não são nem corajosas, nem boas lutadoras. Ao escolher uma galinha eu deliberadamente optei por uma criatura insignificante e comum — uma criatura que é tantas vezes esquecida e ignorada. A ideia era criar um personagem como uma pessoa comum que os leitores pudessem se identificar e se relacionar, além de perceber que eles também podem ser heróis em suas próprias vidas.

Você vê alguma coisa de si mesma em Flora?

Claro que sim! É natural que um escritor coloque algo de si em qualquer personagem que crie. Flora tem muito a ver com seguir as paixões e os sonhos e como agarrar-se à única oportunidade de descobrir uma nova vida para si mesmo. Eu diria que o romance é baseado na história de meu pai e minha adolescência. Eu prefiro escrever sobre personagens fortes como Flora — isso é muito tí pico dos meus livros.

Os nomes são importantes para os personagens do livro — você acha que nomes ajudam a moldar quem somos?

Acredito que sim. Tive que pensar e repensar o nome de cada personagem cuidadosamente. Os nomes dados a eles não são apenas nomes, mas são parte integrante da trama. Queria que os leitores percebessem como cada personagem significa um tipo específico de pessoa.

Seu romance tem sido descrito como uma fábula moderna. Você acha que fábulas podem ser uma maneira mais poderosa do partilhar ideias?

Fábulas podem retratar a humanidade e a vida com profundidade e poder. Gosto de escrever sobre pessoas em meus romances, mas me sinto muito mais livre quando escrevo uma fábula. A fábula é uma opção atraente para escritores, pois não é apenas um gênero com muito charme, mas também aquele que pode realmente envolver os leitores, como as respostas positivas de muitos dos meus leitores sugerem.

O que você gostaria que seus leitores levassem com eles deste romance?

Realmente não acho que há necessidade de um escritor interferir na resposta de um leitor ao seu trabalho, mas ficaria muito honrada se o meu livro fizesse alguém questionar a si mesmo. Todos nós já ti vemos um sonho em um momento ou outro que nos deu o prazer de viver, um propósito na vida. Se alguém que esteja passando por um momento difícil ou perdeu o brilho de viver e ler meu livro resgatou nele seu sonho de infância, me sinto satisfeita.

Este romance tem sido extremamente popular em todo o mundo, com edições que serão lançadas em mais de vinte países — na sua opinião, o que teria este seu livro que o torna tão universal?

Na verdade, isso é algo que eu mesma me pergunto. Acho que talvez seja devido a um desejo que todos temos de nos relacionarmos e entendermos uns aos outros. Mas eu também acho que os leitores podem se identificar com os animais na história, especialmente porque a história é realmente sobre temas humanos universais como a maternidade, a lealdade, o sacrifício e coisas assim. Além disso, acho que o meu foco sobre a importância de cada vida e de cada ser humano é refletida neste trabalho também, o que ressoa com os leitores.

Você poderia nos dizer um pouco sobre como — e por que — começou a escrever livros, e de sua experiência ao escrever este romance em particular?

Eu queria ler e escrever histórias desde que tinha treze anos, quando me deparei com um romance infantil pela primeira vez. Desde então, nunca considerei qualquer outro emprego, porque o desejo de escrever era muito forte. Eu não posso me imaginar não escrevendo. É assim que eu vivo, é quem eu sou, e minha forma de expressão. No que diz respeito a este romance, foi de fato o meu pai que serviu de inspiração — Flora é baseado nele. Infelizmente, ele morreu logo depois que eu terminei de escrever o livro.

Onde escreve e qual é a sua rotina de escritora? Você escreve todos os dias ou em ocasiões quando bate a inspiração?

Costumo escrever sempre que preciso. Eu não tenho um lugar especial ou um tempo determinado para escrever, mas tenho que estar em algum lugar tranquilo. Minha inspiração vem do dia a dia, e das vidas cotidianas que vejo ao meu redor, isso é o mais importante. Eu gostaria de viajar para outros países para captar um estímulo a mais, mas até agora não consegui fazer isso.

Você já escreveu vários livros desde que publicou Flora Hen. Tem mais algum livro planejado para o futuro?

Tenho um monte de histórias na cabeça e nunca estou certa de qual devo materializar em primeiro lugar. Adoraria contar a história de um escritor que está em um estado vegetativo. Estou tão animada com este projeto, que isso me mantém acordada durante a noite, mas ainda estou tentando descobrir como devo iniciá-lo.

Sobre o autora:
Hwang Sun-mi nasceu no interior da Coreia do Sul, em 1963. Ela jamais havia pensado em ser escritora, mesmo depois de ter se formado, após uma infância difícil. Como era pobre, não teve acesso a uma escola de ensino médio, mas estudou sozinha, graças a uma professora que lhe deu a chave de uma sala de aula, onde havia livros e material escolar.

Mais tarde ela fez mestrado numa universidade e um curso de redação criativa. Queria saber como escrever livros infantis não para publicar, mas para ensinar seus filhos a ler. Por isso sua estreia literária foi tardia, aos 32 anos. A partir daí ela não parou de publicar e ganhar prêmios. Até o presente são mais de trinta livros. As obras de Hwang Sun-mi lidam com uma variedade de temas, como o significado da liberdade, o valor do amor e da atitude ecoconsciente. Suas histórias cruzam fronteiras entre o passado e o presente, entre a realidade e a fantasia.


Um de seus livros critica adultos por meio da perspectiva infantil e procura uma maneira para que adultos e crianças possam se comunicar de uma forma justa.


Flora Hen, seu livro de maior sucesso, que vendeu mais de 2 milhões de cópias na Coreia do Sul e foi transformado em filme, lida com temas como a beleza e o orgulho de uma mãe lutando pela liberdade e pela concretização de seus sonhos.


O livro encantou não só crianças, mas também jovens e adultos em mais de vinte países. Sua inspiração para criar o personagem veio do relacionamento com seu pai, em sua adolescência. A edição inglesa, pela Penguin norte-americana, saiu em 2013 e foi escolhida como “Melhor Livro do Mês da Amazon”.

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