Fazimento

fazimento
Autor: Jorge Ferreira
Gênero: Contos e poesias
Formato: 16×23 cm
Páginas: 96
ISBN: 978-85-6150-121-1
Peso: 0.25 kg
Preço: R$ 22,00

Sinopse:
Livro singelo de versos e causos do mineiro Jorge Ferreira foi escrito com entusiasmo para presentear os amigos no dia dos seus 50 anos. O bom texto traz imagens claras e potentes: seu próprio eu, que ele mesmo estranha; o pai que partiu antes da hora; o tio morto com seu terno azul de listras claras e a gravata ainda cheirando naftalina; uma Paulinha que se foi porque tudo tem seu fim; uma homenagem ao amigo que a política, cruel, abateu, mas voltará. Curtam este livro extraindo dele as palavras de um bom companheiro.

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Versos e causos em “Fazimento”
O sociólogo e poeta Jorge Ferreira lança seu primeiro livro de contos brasileiros pela Geração Editorial

Jorge Ferreira, dono de bares e restaurantes famosos em Brasília, como o Feitiço Mineiro, Armazém do Ferreira, Mercado Municipal e outros, acaba de lançar o livro Fazimento, em que, para comemorar seus 50 anos, reúne uma parte de “causos” e outra de poesia. A primeira mostra a verve de contador de lorotas, algumas ouvidas dos parentes de Cruzília, no Sul de Minas, outras inventadas ao sabor da pena. São histórias divertidas, em que personagens, como Seu Geraldo Rola, caem no gosto do leitor. Na segunda parte, a dos poemas, Jorge fala de amor, luta e amizade, dedica versos aos filhos e a amigos como o ex-deputado José Dirceu e outros. A forte é a nostalgia de um tempo e um lugar distantes na lembrança. Sensibilidade lírica que encontra, no projeto gráfico de seu amigo Ziraldo, combinação para radicalizar na brincadeira com as palavras.

Este singelo livro de versos e causos, que o Jorge quis publicar para presentear os amigos, você vai ler entusiasmado. Jorge diz que não é poeta, apenas faz versos, por medo ou solidão. Faz por talento. Seus versos trazem, por trás do verbo, imagens claras e potentes: seu próprio eu, que ele mesmo estranha; o pai que partiu antes da hora; o tio morto com seu terno azul de listras claras e a gravata ainda cheirando naftalina; uma Paulinha que se foi porque tudo tem seu fim; uma homenagem ao amigo que a política, cruel, abateu, mas voltará. Jorge às vezes parece um menino sem medo manejando o seu estilingue nas veredas de Minas, mas eis que surge, de repente, um perfeito guerrilheiro das palavras, “um ser montanhês” cuja origem não podia mesmo ser outra: “Sou de onde vêm as tragédias loucas dos sertões”.

Curtam deste livro extraindo dele as palavras de um bom companheiro. “Este poeta sensível que, ao homenagear o pintor da noite brasiliense Iolovictch, que nenhum freqüentador de bar desconhece, acaba criando este mais do que sintético haikai, que não coube neste livro, mas cabe aqui “Yelow vitae, Cores na noite, Copos e mesas; Iolovictch”, declara o editor da Geração Editorial e o mais novo amigo de Jorge, Luiz Fernando Emediato.

“Ser humano, conforme se sabe, é que nem cachorro: tem raça. A raça em questão é a de gente que não sai do sonho, que parece – parece! – não ter os pés no chão e que, na vida, conjuga o verbo outrar, que o Drummond inventou. A marca principal desta raça é a generosidade. Inclui respeito pelo outro, capacidade de ser juiz e parte numa questão e julgar com isenção, uma certa paciência mágica, um tom de calma que não parece existir na alma do mencionado, mas que existe, coisas assim. O generoso tem mão  sempre aberta com a palma voltada para cima. E, estando sua mão sempre aberta, as coisas – sempre boas – caem nela, sem que ela peça. Pronto: descrevi o meu amigo Jorge”.  Ziraldo

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