Eu amei victoria blue

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Autor: Estêvão Romane
 Gênero: Memórias
Formato: 15.5X22.5 cm
Páginas: 192
ISBN: 978-85-61501-44-0
Peso: 0.2 kg.
Preço: R$29,90

 Sinopse:
Davi, jovem estudante em Nova York, apaixona-se perdidamente por sua nova vizinha. Gaúcha, encantadora, linda e engrenada no sexo, ela se diz artista, cansada da vida de modelo internacional. Fernanda parece ser a mulher perfeita. Perfeita até demais.  Eu Amei Victoria Blue, memórias de Estêvão Romane, o autor que viveu a história, pode ser lido como um romance daqueles que você pega e não consegue mais largar. Erótico, engraçado, inteligente e cheio de surpresas, o livro se desenvolve no rico cenário de Nova York, com algumas passagens por São Paulo.    Como numa comédia romântica,  a história assume tons de suspense e mistério, caminhando freneticamente para um final surpreendente, enquanto Fernanda, a personagem, se revela aos poucos uma mulher atormentada, dividida entre um grande amor e um grande segredo.

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Victoria Blue revelada
Geração Editorial revela novíssimo autor com sua história cínica e polêmica sobre caso de amor com modelo brasileira que virou garota de programa em Nova York

Um jovem brasileiro  de 20 anos, Davi, vai estudar em Nova York. Uma linda mulher, Fernanda, ex-modelo internacional brasileira, que se diz artista – estereótipo de mulher bela e culta – chega para morar no mesmo prédio que ele. Davi (alter ego do escritor Estêvão Romane, hoje com 22 anos) vai viver uma experiência emocional tão intensa com Fernanda que ela acabou virando livro: “Eu amei Victoria Blue – meu caso de amor com uma garota de programa em Nova York”, que a Geração Editorial está lançando certa de que se transformará num dos livros mais vendidos do ano.

Quem é Fernanda, afinal?  Ela se diz uma coisa mas, ao longo do livro – narrado com frases secas, cortantes, cínicas, em ritmo de série televisiva – sua verdadeira personalidade vai surgindo. Ou, quem sabe, vai ficando cada vez mais distante da realidade. Num tom misterioso, Fernanda conta que viajou o mundo desfilando, tirando fotos. Aos poucos revela que seu pai abusava sexualmente dela. Faz xixi na cama ao lado de Davi. Pinta quadros que no final das contas podem não ser dela, mas do ex-namorado. Conta histórias que se contradizem. Qual é o seu segredo? O que a atormenta tanto? Estêvao (ou Davi)  teve que passar oito meses namorando esta mulher para descobrir e poder contar tudo neste livro.

Fernanda, gauchinha bonita e inteligente que tentou ser Gisele Bündchen, acabou Victoria Blue. Pois é Victoria Blue (o nome de guerra dela) que se esconde por trás de Fernanda, de sua vida complexa, de seus mistérios. Victoria Blue é seu grande segredo, que Estêvão vai demorar para descobrir. A história avassaladora dessa relação tumultuada e de final imprevisível é narrada com talento por um jovem autor que, com cinismo, bom humor e ironia, remexe sua própria dor.

Por que contar essa história num livro? Estêvão explica: “Porque é uma ótima história que merece ser compartilhada. Todos podem se divertir e talvez aprender muito com ela. Escrevi o livro como se estivesse contando a história numa mesa de bar, com cada leitor na mesa tomando um chope comigo”.

Isso é o que ele diz. Caio Túlio Costa, experiente jornalista, acha que pode ser mais:

“Conheço Estêvão Romane desde sua adolescência. Sua maturidade sempre me espantou. Imagine ouvir um jovem imberbe discorrer sobre charutos, rum, vinho ou negócios como se fosse um expert. Eis o Estêvão. Pense num moleque capaz de contar histórias como que tomado por um fabuloso conhecimento dos humores, maus humores e anti-humores da fêmea. Eis o Estêvão. Descubro agora que ele também escreve como escritor maduro.”

Todos os personagens, “sem exceção”, garante Estêvão, são reais. O livro elenca um sem número de personagens – brasileiros e americanos, sérvios e tibetanos – movendo-se na cidade que nunca dorme e onde tudo pode acontecer, e acontece. Os nomes de todos eles – menos de um, que pediu para continuar identificado – foram trocados, para preservar a privacidade deles. Afinal, não ficaria bem, para algumas celebridades, aparecer como clientes, por exemplo, da lendária Gigi, da agência de modelos (e acompanhantes chiques) Gigi Models.

Os nomes foram alterados por segurança? O autor explica: “Achei melhor preservar todos os envolvidos, principalmente Fernanda. O único nome real no livro é o do Kim, coreano dono da vendinha da esquina de casa em nova York. Ele me pediu pessoalmente para deixar seu nome verdadeiro. Kim é muito especial, quando contei a ele o que descobri sobre Fernanda, saiu de trás do balcão e me abraçou em lágrimas.”

Mas por que, então, sendo uma história real, memórias, o personagem não se chama Estêvão, mas Davi? Estêvão argumenta: “O Davi está preso ao texto escrito, àquelas circunstâncias, parado no tempo, sem chance de mudanças. Mas eu, Estêvão, não. Eu continuo minha vida, minha vida continua por diversos rumos, muitos certamente imprevisíveis. Aliás, todos os personagens no livro estão parados no tempo, mas as pessoas reais continuam sua vida real. Por isso, optei por me materializar, também, num pseudônimo”.

A descoberta do segredo de Victoria Blue não chegou a traumatizar o autor.

“Já ouvi falar de moleques da minha idade que descobriram coisas semelhantes, tomaram duas garrafas de pinga, cataram um porrete e foram atrás da garota. No meu caso, quando descobri, comecei a rir, e de certa forma não parei até hoje.”

Estêvão, que quer continuar escrevendo – “Ainda tenho muitas histórias para contar e ouvir, ouvir e contar” –, acha que ganhou muito com essa experiência. Mas teria perdido alguma coisa? Com bom humor: “A única coisa que perdi nessa experiência foi o meu prepúcio”.

Numa história tão real que beira a ficção, tão misteriosa que beira o suspense, tão divertida que beira a comédia, vale o conselho de Caio Túlio Costa: “Não abra este livro se não tiver tempo. Porque, seja lá onde você estiver, não vai largá-lo até Victoria Blue se desnudar. Bom proveito.”

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