Elizabeth I

Elizabeth I – o anoitecer de um reinado
Autora: Margaret George
Tradutora: Lara Freitas
Acabamento: Brochura
Formato: 15,6 x 23 cm.
Páginas: 796
Categoria: Romance histórico
ISBN: 9788581300764
Peso: 984g
Preço: R$ 72,00
Editora: Geração Editorial

E-book
ISBN: 9788581300757
Preço: R$ 19,90

Sinopse:

Neste majestoso romance, o leitor enxerga os últimos anos da lendária rainha da Inglaterra não somente através dos olhos desta, mas também pelos de sua prima e rival Lettice Knollys, banida da corte por ter se casado com o grande amor de Elizabeth, o conde de Leicester. Essa rivalidade gera con itos que envolvem personalidades da época, como o lósofo Francis Bacon, o explorador Walter Raleigh, o pirata Francis Drake e os dramaturgos Marlowe e Shakespeare (um dos amantes de Lettice).
Quando o conde de Essex, lho de Lettice e do nado amor da soberana, se torna o favorito de Elizabeth, a Rainha Virgem enfrenta a maior ameaça à sua vida e a tudo que ela construiu em quase quarenta e cinco anos de reinado, a chamada era elisabetana. Em 1588, às vésperas do ataque da Invencível Armada espanhola ao reino inglês, Elizabeth I, rainha da Inglaterra, começa a contar a sua história até a sua morte em 1603, período do seu longo reinado que constituiu a primeira Idade de Ouro da história de seu país. Mais um extraordinário romance histórico da autora de Memórias de Cleópatra, Maria Madalena e Helena de Troia.

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Elizabeth I – O anoitecer de um reinado

Majestoso romance histórico lançado pela Geração Editorial remonta os últimos anos da lendária rainha da Inglaterra, Elizabeth I

Margaret George, uma das principais autoras de romances históricos da atualidade, mistura imaginação e erudição para trazer de volta à vida a maior e mais enigmática de todas as rainhas inglesas em Elizabeth I – o anoitecer de um reinado, permitindo aos leitores conhecer em primeira mão as decisões, triunfos e perdas dessa estadista sábia e previdente, mas também humana e passional.
Quando a narrativa começa, em 1588, Elizabeth I é rainha há trinta anos, e o seu reino está prestes a ser invadido pela Invencível Armada espanhola. A grande soberana ainda é poderosa, mas acometida por calores da menopausa e necessitada de apontamentos para auxiliar a memória. Nesse mesmo ano morre o seu grande amor, o conde de Leicester, e ela vai perdendo para o tempo um por um dos seus amigos e conselheiros.
O leitor enxerga os últimos anos da rainha pelos olhos desta e pelos de sua prima Lettice, igualmente ruiva e parecida com ela em caráter, embora seja o seu oposto em personalidade e estilo de vida. Elizabeth pensa no bem do seu reino, Lettice procura vantagens para a sua família; Elizabeth é a Rainha Virgem, casada com o seu povo, ao passo que Lettice tem diversos amantes, entre eles o próprio William Shakespeare, e três maridos, um dos Leicester, o homem que Elizabeth mais amou.
Por causa desse casamento, a rainha baniu a prima da corte e, desde então, uma rivalidade ferrenha entre essas duas mulheres inteligentes e fortes acarreta conflitos que acabam por envolver cortesãos e personalidades da época, como o filósofo Francis Bacon, o explorador Walter Raleigh e os dramaturgos Marlowe e Shakespeare. Ao se tornar o último grande favorito de Elizabeth, o conde de Essex, filho de Lettice e do finado amor da rainha, revela-se uma das piores ameaças à sua vida e a tudo que ela construiu em quase quarenta e cinco anos de reinado.
Com reconstituição de época impecável, narrativa envolvente e diálogos dignos do melhor roteiro de cinema, este majestoso best-seller compõe um retrato fiel da soberana mais formidável da Idade Moderna… e da única mulher que ela não conseguiu controlar.


Sobre a autora

Margaret George costuma viajar pelo mundo inteiro a fim de realizar pesquisas para escrever as suas obras, das quais a Geração publicou Memórias de Cleópatra (em três volumes) — já traduzida para dezenove idiomas —, Maria Madalena e Helena de Troia. Norte-americana, Margaret mora em Madison, Wisconsin, com o marido.


Entrevista com a autora

Por que você decidiu escrever Elizabeth I?
Eu queria mostrar a Elizabeth mais velha, estadista consumada, em ação. Ela reinou por30 anos antes que a grande crise da Armada a colocasse à prova… e à Inglaterra.Sua liderança foi lendária.Depois disso,foi a rebelião do carismático e conturbado conde de Essex — a última vez em que um nobre na Inglaterra desafiou o trono, mas na ocasião ela não tinha como saber disso.E depois houve o maior adversário de todos,o único que não podia superar:o próprio tempo.Mas ela foi dura na queda até o fim.

Você acha que as questões que Elizabeth enfrentou ressoam ainda hoje?
Acho que são mais atuais do que nunca.Como proteger os cidadãos do seu país?Como assegurara paz para que a prosperidade possa acontecer? Como administrar com menos dinheiro do que é necessário para as despesas nacionais?(crise de orçamento!) Como manter afastados os inimigos que podem vir a prejudicar o seu país? Como se proteger de assassinatos sem violar os princípios do direito e da liberdade? Como incutir coragem no seu povo através do exemplo? Finalmente, como apagar a desconfiança persistente de que uma mulher não pode liderar tão bem quanto um homem?

O que o leitor irá aprender depois de ler o seu livro?
A Inglaterra elisabetana literária ocorreu bem mais tarde do que imaginamos.Shakespeare nem sequer tinha chegado a Londres na época da Armada Espanhola. Quando Elizabeth se tornou rainha, ele não era nem nascido.

Você se dá bem com a sua musa? Como você a trata?
Não tão bem quanto deveria. Eu não a alimento o suficiente. Ela precisa de tempo livre e estímulos naturais, devaneios e leitura profunda. Em vez disso, ela recebe incumbências sem graça, listas de compras, conversa fiada em eventos sociais obrigatórios. Se fosse um cachorro, ela fugiria. Mas quando ficamos sozinhas, que felicidade! É o que mais gosto no mundo. Pelo menos não a considero óbvia. Espero que ela entenda.

Qual é a sua maior recompensa como autora?
Eu diria que divido em duas partes:a alegriade passar o tempoem uma outra dimensão, outro mundo, aprender coisas que eu nunca soube que existiam, e doprofundo prazer em saber que estou introduzindooutras pessoas em algum assunto e que elas estão felizespor isso.
Quanto tempovocê demoroupara pesquisar e escrever”Elizabeth”?
Tecnicamentecinco anos, maseu já havia feitouma enorme investigação prévia do período, possuíaum monte delivrosetinha visitadomuitos doslocais.Então eusabia por onde começar.

Como você escolhe os personagens?
Estou sempre buscando pessoas que viveram vidas práticas. Aquelas as quais as paixões pessoais alteraram ou ao menos influenciaram a história. Ajuda se morreram jovens ou tragicamente. Nesse sentido, Elizabeth é uma exceção, já que viveu até a sua velhice sem ficar doente, morrendo pacificamente em sua cama, sem arrependimentos.

Você tem outras paixões além da escrita?
Eu participo de competições nacionais de atletismo, na categoria masters, nas modalidades de 100 e 200 metros, além de salto em distância.
Conte um segredo, algo que o público nunca adivinharia.
Sou fanática por Marte. Tenho um link para o Programa de Exploração de Marte da NASA no meu navegador. Assim, posso acompanhar o que está acontecendo por lá. A última vez que a órbita marciana ficou mais próxima da Terra, eu vi Marte através de um telescópio histórico em um observatório aberto. Absorvo avidamente toda pequena nova informação sobre o planeta vermelho. Eu coleciono fotos de Marte e releio “The MartianChronicles” regularmente.

Se você pudesse ser algum personagem de qualquer livro, qual escolheria?
ScarlettO’Hara.

Se você pudesse fazer uma pergunta a qualquer personagem histórico, qual seria?
Elizabeth Tudor, você foi mesmo virgem?

Frase favorita de um livro?
“Existe todo tipo de amor no mundo, mas nunca o mesmo tipo de amor duas vezes”, F.Scott Fitzgerald, “The SensibleThing”

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