Delitos obssessivos

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Delitos Obsessivos
Autor: Hosmany Ramos
Categoria: Contos Policiais
Formato: 16 x 23 cm
Páginas: 286
Peso: 400gr
ISBN: 857509121-2
Cód. barra: 9788575091210
R$ 44,00
Editora: Geração

Sinopse:

Crimes chocantes e bárbaros, sexo exacerbado, drogas, chacinas. Hosmany Ramos, o escritor e cirurgião plástico preso há mais de 20 anos, volta à cena literária com um livro policial chocante e aterrador, ao mesmo tempo em que sai na França, pela editora Gallimard, a tradução de PAVILHÃO 9, seu livro de contos e reportagens com o inédito depoimento sobre o apavorante massacre de 111 presos na penitenciária do Carandiru, em São Paulo. Neste novo livro, Hosmany Ramos – na prisão desde 1981 – deixa de relatar apenas histórias do cárcere para levar sua poderosa imaginação para o mundo lá fora, onde escancara a moral vigente e ingressa num mundo secreto que a sociedade burguesa esconde. Um mundo corrompido, brutal, cruel, cheio de conflitos e tensão. Nessas novas histórias, Hosmany abre espaço principalmente para devastadoras anti-heroínas: mulheres para as quais o sexo não tem limites, o crime não tem barreiras, a culpa não existe e a vida parece um vazio sem fim. Para elas, o crime compensa – mesmo com a morte sangrenta ao final, depois de assassinarem maridos, amantes e até pais. Algo a ver com crimes recentes na alta sociedade brasileira? O autor diz que seus personagens são fictícios e se alguma história tiver algo a ver com fatos reais “terá sido mera coincidência”.

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Delitos Obsessivos
Hosmany Ramos volta à cena na França eno Brasil com histórias policiais chocantes

Crimes chocantes e bárbaros, sexo exacerbado, drogas, chacinas. Hosmany Ramos, o escritor e cirurgião plástico preso há mais de 20 anos, volta à cena literária com um livro policial chocante e aterrador, ao mesmo tempo em que sai na França, pela editora Gallimard, a tradução de Pavilhão 9, seu livro de contos e reportagens com o inédito depoimento sobre o apavorante massacre de 111 presos (ou mais, segundo o autor) na penitenciária do Carandiru, em São Paulo.

Neste novo livro Hosmany Ramos – na prisão desde 1981 – deixa de relatar apenas histórias do cárcere para levar sua poderosa imaginação para o mundo lá fora, onde escancara a moral vigente e escancara um mundo secreto que a sociedade burguesa esconde.

Um mundo corrompido, brutal, cruel, cheio de conflitos e tensão. Nessas novas histórias, Hosmany abre espaço principalmente para devastadoras anti-heroínas: mulheres para as quais o sexo não tem limites, o crime não tem barreiras, a culpa não existe e a vida parece um vazio sem fim. Para elas, o crime compensa – mesmo com a morte sangrenta ao final, depois de assassinarem maridos, amantes e até pais.

Algo a ver com crimes recentes na alta sociedade brasileira? O autor diz que seus personagens são fictícios e se alguma história tiver algo a ver com fatos reais “terá sido mera coincidência”. É o que se verá.

Um autor surpreendente

Hosmany Ramos é um escritor inclassificável na literatura brasileira. Era médico famoso e rico no Rio de Janeiro do final dos anos 70, cirurgião plástico da equipe de Ivo Pitanguy, e havia estudado literatura nos Estados Unidos, quando, em 1981, foi preso, acusado de vários crimes.

Está preso até hoje. Na prisão, dedicou-se à música, à pintura e à literatura. Foi na literatura, finalmente, que, como os malditos Jean Genet e Louis-Ferdinand Celine, encontrou seu meio de expressão.

Foi preciso que a França o descobrisse – dois livros dele já saíram lá, pela editora Gallimard – para que o Brasil prestasse atenção nele, ainda que com reservas. Escritores e críticos ainda o vêem com estranheza e estupor.
De fato, Hosmany Ramos, o prisioneiro, não é um autor convencional. Ele incomoda e perturba. O mundo sobre o qual insiste em escrever não é fácil de ser apreendido pelas pessoas, digamos, normais.

Como escreveu o francês Maurice Dantec, no prefácio para um de seus livros, Marginalia, “Hosmany propõe uma viagem do fundo do niilismo contemporâneo. Não sei por que milagre uma tal obra possa surgir, sobreviver e sair dessa cloaca, nos mostrando o verdadeiro dia-a-dia, tão tragicamente humano”.

Pela Geração Editorial, Hosmany já publicou Pavilhão 9, misto de ficção e reportagem sobre o terrível cotidiano de um presídio brasileiro – também já publicado na França – e Sequestro Sangrento, um romance brutal, no qual retrata políticos corruptos, milionários inescrupulosos e corruptores, policiais desonestos e artistas, numa trama de tirar o fôlego.

Já pensou em viver na Noruega, onde possui familiares. Já pensou em retomar a cirurgia plástica, no mesmo Rio de Janeiro onde construiu sua fama de cirurgião plástico. No momento, porém, só pode fazer uma coisa: contar os anos, os meses, as semanas, os dias, as horas, os minutos e os segundos na prisão, onde o tempo parece maior do que é na verdade, e não passa. E escrever, escrever todos os dias – um trabalho árduo, que a Justiça, entretanto, não reconhece.

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