Clarim e a oração, O

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Clarim e a oração, O
Autor: Organizado por Rinaldo de Fernandes
Categoria: Ensaios
Formato: 16×23 cm
Páginas: 600
Peso: 1kg
ISBN: 857509055-0
Cód. barra: 9788575090558
R$ 59,00
Editora: Geração

Sinopse:

No ano em que o clássico Os Sertões faz cem anos, não poderia haver homenagem melhor do que debater e ampliar o seu entendimento. Para isso, O Clarim e a Oração traz o olhar sensível, crítico e informativo de expoentes da literatura, da poesia, da história, da sociologia, da crítica literária e da semiótica. Canudos e Os Sertões vistos pelo olhar de gente como Ariano Suassuna, Roberto Pompeu de Toledo, Augusto de Campos, Benedito Nunes e Gilberto Mendonça Telles, entre outros, fazendo “a ponte entre Os Sertões e a realidade social do país”, como afirma o organizador Rinaldo de Fernandes.

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O Clarim e a Oração apresenta o olhar de grandes artistas e intelectuais sobre Canudos e Os Sertões

Publicado em dezembro de 1902, Os sertões, de Euclides da Cunha, inaugura um ciclo de obras (a exemplo de Casa Grande & Senzala, de Gilberto Freyre, e Raízes do Brasil, de Sérgio Buarque de Holanda) que lançam um olhar agudo sobre o Brasil, tentando decifrar os principais signos da nossa nacionalidade.

“O clarim e a oração: cem anos de Os sertões”, organizado pelo professor de literatura e escritor Rinaldo de Fernandes, e lançado pela Geração Editorial, faz uma justa homenagem ao livro de Euclides, um dos maiores intérpretes da realidade brasileira. Rinaldo conseguiu reunir nomes ilustres da ficção, do jornalismo, da poesia e do ensaísmo contemporâneo, tais como Ariano Suassuna, Moacyr Scliar, Roberto Pompeu de Toledo, Percival de Souza, Augusto de Campos, Mario Chamie, José Nêumanne Pinto, Thiago de Mello, Haroldo de Campos, Luiz Costa Lima, Gilberto Mendonça Teles, Roberto Ventura, Regina Zilberman, entre outros, que produziram (na sua grande maioria) texto inéditos sobre Os sertões. Todos entraram no universo euclidiano, contribuindo para lançar novas luzes sobre uma obra capital da nossa cultura.

O clarim e a oração torna-se, assim, um livro indispensável para se conhecer Euclides da Cunha e a Guerra de Canudos – já que, em certo sentido, sintetiza o que de melhor se produziu nos últimos 50 anos sobre esse autor e a guerra acontecida no final do séc. XIX no sertão baiano.

O leitor, além de encontrar ensaios claros, bem conduzidos (como os de Roberto Ventura, Luiz Costa Lima, Gilberto Mendonça Teles, Regina Zilberman e o do próprio organizador), vai se deparar, agora em outro contexto, com a excelente reportagem sobre Canudos que Roberto Pompeu de Toledo publicou na Veja em setembro de 1997, quando dos 100 anos da guerra.

Um dos pontos altos de O clarim e a oração são as entrevistas que os jornalistas Sandra Moura e Suênio Campos de Lucena fizeram, especialmente para constar do livro, com moradores de Canudos, no interior da Bahia. Nessas entrevistas, são resgatados ícones da Guerra de Canudos (tais como o Conselheiro, o coronel Moreira César, os jagunços, etc.) vistos da perspectiva dos moradores da região onde, em 1897, aconteceu o massacre de sertanejos pelo Exército. O leitor, assim, tem dos fatos uma interpretação rica e bem humorada feita por gente como Ioiô da Professora e João de Régis, que guardam vivos na memória os acontecimentos e os principais personagens do arraial fundado por Antonio Conselheiro.

O clarim e a oração, ilustrado por T. Gaudenzi, premiado artista plástico baiano, tido como o principal pintor da Guerra de Canudos, traz ainda um “roteiro de Euclides” (uma detalhada cronologia da vida e obra do autor de Os sertões), uma indicação dos 60 principais estudos sobre Os sertões e/ou Euclides da Cunha e uma lista de sites.

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