Brasil privatizado, O

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O Brasil Privatizado – Um balanço do desmonte do Estado

Autor: Aloysio Biondi
Selo:
Geração
Gênero:
Reportagem
Acabamento: Brochura
Formato:  16 x 23 cm
Págs: 256
Peso: 373g
ISBN: 9788581302577
Preço: R$ 34,90

E-book
ISBN: 9788581302584
Preço: R$ 26,50

Sinopse
Quem não leu este livro não tem — e nem terá — a menor ideia do que se passou nos anos 1990. Foi quando o Brasil, ao torrar suas estatais, emprestar dinheiro para os compradores as adquirirem e aceitar moedas podres no pagamento, fechou alguns dos piores negócios de que se tem notícia. Mais: antes de privatizar as empresas de energia e telefonia, o governo do PSDB turbinou as tarifas em até 500 por cento, o que premiou o comprador e puniu o consumidor. Seu autor, Aloysio Biondi, um dos mais importantes jornalistas de economia que o país já teve, não recorre ao discurso político-ideológico para nos convencer. Usa uma ciência mais neutra, a matemática. Aqui, os números falam pelas palavras. É um trabalho profundo, meticuloso e — importante — didático. Biondi procurou e descobriu as muitas caixas-pretas das privatizações. E, para nosso espanto e horror, abriu uma a uma, escancarando o tamanho do esbulho que a nação sofreu.

Leia o primeiro capítulo

O Brasil privatizado, um clássico em nova e ampliada edição

A nova edição de O Brasil Privatizado – um balanço do desmonte do Estado (256 págs., R$ 29,90) é o 11º volume da coleção História Agora, a mais polêmica do país, lançada pela Geração Editorial. O livro traz a análise e as críticas do jornalista Aloysio Biondi, um dos jornalistas econômicos mais importantes do país, e conta com a apresentação de profissionais de peso da imprensa brasileira: a introdução é assinada por Janio de Freitas, e o prefácio é de Amaury Ribeiro Jr.

Essencial para o conhecimento do Brasil e das escolhas que foram feitas em seu nome, o livro de Biondi descreve uma sucessão de inacreditáveis negócios. Tudo com uma capacidade de explanação e clareza que fez de O Brasil privatizado um best-seller.

A obra chega às livrarias em um momento em que, novamente, seu tema estará no centro dos debates. O Brasil Privatizado é “legado fundamental para o conhecimento do nosso tempo brasileiro”, conforme a observação de Janio de Freitas.

Biondi conta como estatais foram entregues com os cofres recheados. A Telefónica de España, que comprou a Telesp, recebeu a empresa paulista com 1 bilhão de reais em caixa. Espantosamente, a Vale do Rio Doce foi repassada com 700 milhões de reais em caixa. O Brasil vendeu a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) em troca de moedas podres — títulos antigos emitidos pelo tesouro e comprados por até mesmo 50% de seu valor de face.

Como se não bastasse, Biondi nota que a CSN foi “imediatamente presenteada” com um empréstimo de 1,1 bilhão de reais do BNDES para execução de um plano de expansão de cinco anos. Com direitos a juros privilegiados, abaixo dos níveis de mercado.

A obra sobre a Era das Privatizações vem acrescida das análises e colunas que o autor, Aloysio Biondi, escreveu para diversos jornais e revistas, enfeixadas sob o título O Brasil Privatizado II – O assalto das privatizações continua. Amaury Ribeiro Jr. considera uma obra atualíssima para entender a rapinagem que assolou o país. “O tamanho do estrago e a dimensão da dor dos brasileiros a que Biondi se refere eu só viria entender melhor a partir do final de 2011. Foi quando comecei a percorrer o país para lançar o livro A Privataria Tucana, cujos primeiros passos foram inspirados na obra do grande jornalista”.

Apoiado em pesquisa e análise minuciosas, Biondi traz números e percentuais que espantam um público que, durante todo o processo de leilão do patrimônio público, foi mantido longe da verdade dura dos fatos. Talvez o mais importante jornalista econômico que o país já teve, ele enfrentou praticamente sozinho o silêncio com que a mídia empresarial circundou o lado escuro das privatizações.

Quem foi Aloysio Biondi:

Durante 44 anos, Aloysio Biondi, paulista de Caconde, onde nasceu em 1936, mas criado em São José do Rio Pardo, ajudou a iluminar a cena econômica brasileira. Tarefa que cumpriu na Folha de S. Paulo, Jornal do Comércio (RJ), Diário Comércio Indústria (SP), revistas Veja e Visão, Correio da Manha, Opinião, entre outras publicações. Foi editor, secretário de redação e diretor‑executivo.

Sob a ditadura, peitou os ministros da área econômica. Protagonizou bate‑boca homérico com Delfim Netto, então na Fazenda. Tudo por causa do artigo que publicou na revista Visão, detectando rombo de 800 milhões de dólares na balança comercial em 1968. Na década de 1990, negou‑se a rezar pelo catecismo neoliberal que seduziu as redações. Era de extração e formação diversas em que, inversamente ao que hoje ocorre, um jornalista não pensava necessariamente como pensava o seu patrão. Era também, avis rara, um jornalista investigativo no campo econômico.

Em um de seus últimos artigos — faleceu em julho de 2000 —, Biondi acusou o mandato FHC de, em cinco anos, colocar de joelhos a economia nacional diante do capital estrangeiro mas, principalmente, de “destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo”.

 

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