mar 15, 2016
admin

Debate sobre a publicação do “Minha Luta” no programa Metrópolis

Perdeu o debate sobre a publicação do “Minha Luta” no programa Metrópolis ? Assista pelo YouTube:

Com participação do humorista e ator Gregorio Duvivier

Veja as principais frases do camarada:
“Estava na dúvida, sou contra qq proibição, ainda + de uma edição tão bonita e comentada como essa”.

“Tem um monte de livro pior sendo publicado no Br, como Olavo de Carvalho. Ninguém está falando que é crime de ódio”

“Eu acho(censura)uma bobagem. Ainda + de 1 edição tão bem comentada e tão bem feita”,

“O país (Br) tem uma tradição de censurar muito grande”,

“Se fosse uma edição apolegica aí sim deveria ser proibido, mas não é o caso”,

“´importante a publicação desse livro, pq ele é claramente anti-ódio pelo pouco que vi”,

“Assim como uma pessoa diz que ñ existe racismo no Br. Ela tb é responsável pelo genocídio da população negra”.

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mar 8, 2016
admin

Quem gosta de livros sempre gostará de livros

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Todo janeiro fico tentada a ler no papel. Não sei se é porque o ano está só começando e dá aquela vontade de fazer coisas diferentes, ou se porque passo dias e dias na praia, e na Bahia ninguém precisa carregar o livro de um lado para o outro.

Esse janeiro foi diferente: comprei um Kindle Voyage e não consegui desgrudar dele desde que chegou em casa, num prazo recorde (1 dia útil). Adepta dos e-readers da Amazon desde 2011, já usei o Kindle Keyboard, Kindle Touch e Kindle Paperwhite (as duas primeiras versões), e o Voyage é sem dúvida o melhor leitor digital no mercado hoje, superior mesmo ao Paperwhite, que achava imbatível.

Pontos Positivos:

1. O Kindle Voyage é muito leve
Tão leve que não faz qualquer diferença na bolsa do dia a dia ou da praia. Isso confere maior conforto à leitura e torna a atividade ubíqua: aí é mesmo possível ler em qualquer lugar.

2. Design funcional
Além de muito leve, o Kindle é super fino, e é possível manuseá-lo com apenas uma mão. Com a função PagePress — que permite trocar de página utilizando botões nas bordas laterais, espelhados em ambos os lados — o manuseio é mínimo, e a imersão no livro, completa.

3. A resolução é boa demais
Tenho certeza de que a próxima geração será ainda melhor, mas vi uma grande diferença entre a segunda versão do Kindle Paperwhite e o Voyage: as letras parecem impressas na tela, graças à resolução de 300ppi.

4. Luz que se adapta ao ambiente
Em teoria, o Paperwhite já trazia a característica, mas só com o Voyage começou mesmo a funcionar. Perfeita para quem, como eu, lê tanto sob a luz do sol quanto em quartos escuros.

5. PagePress
Como mencionado acima, ficou mais fácil mudar de página. Não precisa nem tocar na tela.

Pontos negativos:

São poucos: o PagePress ainda é muito sensível, e com isso você acaba mudando de página sem querer, e o detalhe em vidro da traseira é inútil, além de aquecer muito sob o sol.

Optei por não comprar a capa Origami, pois não entendi o valor agregado e acho que compromete um dos melhores aspectos do novo e-reader: seu design e sua leveza.

E quanto às vantagens de um e-reader sobre os livros comuns…

Poder ler qualquer coisa, a qualquer hora e lugar não tem preço. A leitura é, ainda, mais confortável e imersiva. Quem gosta de livros sempre gostará de livros. O Kindle é para quem gosta de ler.

Fonte: BrasilPost

mar 7, 2016
admin

Biografia da Gloria Pires?

Interessante, legal, bacana, gostei! Histórias e curiosidades de uma das atrizes
mais renomadas da TV brasileira

Capa_40anosdeGloria_FINAL.inddGloria Pires é uma das artistas mais comentadas da atualidade. Pudera. Sua participação, na Globo, como comentarista do Oscar foi tão histórica quanto a cerimônia que premiou o Leonardo DiCaprio. Além de saber que a atriz não assistiu a maioria dos filmes que concorreram ao Oscar, foi possível notar que a sinceridade é uma das suas características mais evidentes: #nãosoucapazdeopinar. Imagine, então, o que ela comentaria em sua própria biografia. Ficou curioso, né? Convites da Playboy recusados, influência em uma eleição na Russia e a interpretação da mãe do Lula no cinema são apenas algumas das histórias encontradas no livro “40 Anos de Gloria”.

Em biografia autorizada de Gloria Pires, os autores Eduardo Nassife e Fábio Fabrício Fabretti contam a trajetória da atriz que começou a atuar diante das câmeras aos quatro anos de idade, em 1969.

Na obra, há detalhes da sua personalidade de atriz, mãe, esposa, celebridade, cantora e amiga: “ela é uma atriz inteira, quente, aglutinadora. Ela sempre se põe no jogo da comunicação humana e se entrega de uma forma simples e delicada”, conta Fernanda Montenegro.

O livro está em ordem cronológica, dividido em 25 capítulos, agrupando histórias sobre a gravidez de risco da mãe da atriz; o início   precoce da carreira; a rejeição inicial de um poderoso diretor da TV Globo, o trabalho com o ator e pai Antonio Carlos Pires; as primeiras  participações em programas humorísticos; as estreias nos papéis de repercussão, como Marisa em “Dancin Days” e  Zuca em “Cabloca”; a  convivência com os amigos mais velhos, como Lauro Corona e Daniel Filho; os nascimentos dos  seus quatro filhos e sua trajetória no cinema, “cada personagem é um desafio, e o cinema sempre exerceu enorme atração sobre mim, mas não fico assistindo meus filmes, normalmente”.

O livro traz também curiosidades como o convite, feito pela revista Playboy, para  Gloria Pires posar nua, “isso não tem nada a ver comigo”, conta Glória.

“40 anos de Gloria” contém uma centena de fotografias  históricas e capa com foto de Marcelo Faustini, com design de Giovanni Bianco, que cuida dos cartazes e programação visual dos discos e shows da cantora Madonna. Bianco fez questão de fazer a capa, como um presente para sua amiga Gloria Pires.

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