Batalhas eleitorais

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Batalhas eleitorais – (25 anos de Marketing Político)
Autor: Chico Santa Rita
Categoria: Reportagem
Formato 16×23 cm
Páginas: 256
Peso: 350gr
ISBN: 857509032-1
Cód. barra: 9788575090329
R$ 42,00
Editora: Geração

Sinopse:

O passado recente do Brasil está neste livro, visto por um ângulo original. Bastidores e segredos de campanhas eleitorais em todo o país e até no exterior são contados por um dos profissionais de maior prestígio no Marketing Político. Chico Santa Rita esteve no comando de campanhas fundamentais, da abertura política até os nossos dias. Esteve nos momentos decisivos da eleição de Collor e ao lado do presidencialismo no plebiscito, entre muitas outras. Em “Batalhas Eleitorais” ele conta tudo, e faz revelações surpreendentes sobre a nossa política e sobre nossos políticos.

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Chico Santa Rita revela os bastidores e segredos das campanhas que comandou

Pode um marqueteiro, aquele que comanda uma campanha eleitoral, revelar os segredos dos bastidores, os pontos fracos e fortes dos candidatos que ajudou a eleger, as estratégias, as razões do sucesso ou do fracasso deste ou daquele candidato? Alguns acham que não, de forma alguma. Outros, poucos, que sim, ou talvez. Esta discussão, sem dúvida polêmica, deverá permear a repercussão em torno do livro “Batalhas Eleitorais – 25 anos de marketing político”, (Geração Editorial, 256 páginas, R$ 28,00) de Chico Santa Rita, considerado o pioneiro e uma das maiores estrelas desta controvertida constelação: a dos homens que, com suas fórmulas mágicas, elegem seus candidatos.

Da redemocratização a nossos dias, Chico Santa Rita participou de campanhas históricas – como a que levou o povo brasileiro a escolher entre o parlamentarismo e o presidencialismo. Chico, é claro, fez a campanha do presidencialismo. A outra foi comandada por outra estrela do marketing político, Duda Mendonça. Foi mais cara, e perdeu.

Chico Santa Rita, jornalista de prestígio – trabalhou na Editora Abril e na Rede Globo – ingressou no marketing político quando esta atividade ainda engatinhava no Brasil. Foi ele quem levou ao governo de São Paulo, numa campanha memorável, o obstinado Orestes Quércia, que estava em último lugar nas pesquisas, em 1986. Chico elegeu também o sucessor de Quércia, Luiz Antonio Fleury, ex-secretário de Segurança, sem nenhuma experiência política, numa virada espetacular contra Paulo Maluf.

Essas histórias, no entanto, são conhecidas. Mas, o que aconteceu por trás destas campanhas? O jogo pesado, agressivo, estrategicamente calculado em suas minúcias. Um jogo cujas principais armas são a inteligência, a intuição e o uso da ciência – pesquisas e psicologia – para se entender a realidade e compreender o Brasil e os brasileiros (eleitores) num dado momento.

O leitor poderá se divertir – e até se instruir sobre o modo peculiar que os políticos brasileiros têm de agir – em casos curiosos de candidaturas que naufragaram pelos motivos mais disparatados: os palpites infelizes da mulher e dos parentes, a vaidade, a descrença, erros estratégicos grosseiros, a megalomania. Esta comédia de erros na qual os nossos políticos são os protagonistas compõem a parte mais divertida e curiosa de “Batalhas Eleitorais”.

Mas há outras. Chico Santa Rita comandou campanhas não só em São Paulo, mas em vários outros estados e países, a serviço de candidatos a prefeitos, governadores, deputados, senadores e presidentes da República. Venceu com Quércia e Fleury, ou com André Puccineli, no Mato Grosso; perdeu com Ulysses Guimarães, na campanha presidencial de 1989, mas foi chamado para dar o golpe final em Lula na campanha que elegeu Fernando Collor; perdeu com João Leiva e Aloysio Nunes Ferreira, para a prefeitura de São Paulo. Foi chamado à última hora para salvar a candidatura de Romeu Tuma à prefeitura em 2000, e conseguiu reverter uma queda acentuada nas pesquisas para colocá-lo como potencial candidato ao segundo turno – quando já não havia mais tempo útil.

E, talvez no caso mais emblemático do livro, Santa Rita nos conta como foram os bastidores da campanha de Collor no segundo turno da eleição presidencial – as primeiras diretas após anos de ditadura. Mais uma vez, ele foi tomado como salvador da pátria: Lula subia nas pesquisas e Collor caía. No final, deu Collor, após alguns fatos políticos que entraram para a História, como a presença da ex-namorada de Lula, Mirian Cordeiro, no programa de TV do adversário, acusando-o de negligência e sugestão de aborto quando ela havia ficado grávida do candidato petista, alguns anos antes. Houve também o célebre último debate antes da eleição, e a polêmica edição deste no Jornal Nacional, da Rede Globo.

Santa Rita estava lá, ditando os rumos da campanha de Collor, e o seu testemunho, além de valioso por si só, traz mais uma vez para o centro das atenções essa disciplina que gera tantos debates exaltados – a favor ou contra – chamada Marketing Político.

E esse é justamente o terceiro aspecto importante de “Batalhas Eleitorais”. O autor dá um testemunho franco – e, melhor, não como teórico, mas como quem viveu na pele o papel de marqueteiro político, como quem tomou decisões, escolheu caminhos. Como quem teve a chance de ter uma participação decisiva nos rumos que o País tomou. O leitor pode odiar Chico Santa Rita e qualificar de cínico o seu depoimento. Ou pode entendê-lo, identificando-o como um cidadão dotado de alto senso de profissionalismo, e especialista em seu trabalho.

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