A marquesa de santos

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Autor: Paulo Setúbal
Gênero: Romance Histórico
Formato: 15,5×22,5 cm
Páginas: 352
ISBN: 978-85-6150-134-1
Peso: 0.4 kg.
Preço:  R$ 42,00

E-book
ISBN: 9788581301433
Preço: R$ 9,90

Sinopse:
Na trilha aberta pelo livro “1808”, de Laurentino Gomes, a Geração Editorial está relançando os romances históricos clássicos do escritor paulista Paulo Setúbal, que era muito popular nos anos 30 e 40, quando vendia milhares de exemplares. O primeiro da série foi “1808-1834 – As Maluquices do Imperador”, no qual a TV Globo se inspirou para a minissérie “O Quinto dos Infernos”. “As Maluquices” já vendeu 30.000 exemplares em pouco tempo. “A Marquesa de Santos” vai na mesma linha, e com mais apelo popular, por se tratar de uma atrevida história de amor de nosso primeiro imperador. O livro é todo ilustrado com reproduções de gravuras e pinturas da época.

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“A Marquesa de Santos” volta às livrarias com histórias da amante de D.Pedro I
O romance de Paulo Setúbal, reconhecido pelo alto valor literário e historiográfico, é relançado em edição de luxo ilustrada pela Geração Editorial

Depois do sucesso da reedição de “As maluquices do Imperador”, a editora Geração Editorial relança neste ano mais uma obra do escritor brasileiro Paulo Setúbal, um dos mais lidos de seu tempo. Trata-se do romance-histórico “A Marquesa de Santos”, que conta em detalhes a trajetória de uma das mulheres mais intrigantes e célebres da História do Brasil.

A aristocrata paulista Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, foi a amante e grande paixão de D.Pedro I, o primeiro Imperador do País. E mais: como escreve o autor do livro, “a única mulher, na História das Américas, que encheu um Império com o ruído do seu nome e o escândalo do seu amor”.

O papel de coadjuvante, geralmente destinado às mulheres dos estadistas, Domitila de Castro deixou para a Imperatriz Leopoldina, única pessoa de toda a Corte a não saber do relacionamento entre o Imperador e a bela paulista. Com incrível capacidade de fazer o Monarca ceder a todos os seus caprichos, a Marquesa tomou para si a condição de protagonista, exercendo forte influência na política do Primeiro Reinado.

 Outro personagem de importância extrema nas decisões imperiais, mas que passa ao largo da chamada História oficial, é Francisco Gomes da Silva, o Chalaça. Um “violinista folião, cantador de lundus” pelo qual D.Pedro I teve grande empatia desde o início e, assim, tornou-se Secretário Privado e Comendador do Império. Hábil e oportunista, o Chalaça sabia manipular os figurões do Reinado e conduzir os atos do Estado a seu bel-prazer.

Como um Conselho de Ministros do Império inteiro pediu demissão em uma única noite e foi prontamente reconstituído? Por que D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823? Como José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, foi preso e exilado?

“A Marquesa de Santos” mostra que as respostas para essas questões giram quase sempre em torno dos desejos, extravagâncias e gostos pessoais do Imperador e de sua amante, além das intrigas criadas pelo Chalaça, em um ambiente de confusão total entre o público e privado que talvez seja o cerne das incoerências e desmandos da política atual.

Escrita originalmente em 1925, o livro de Paulo Setúbal, que compreende o período de 1813 a 1829, recria com precisão histórica o cenário de um Brasil em transformação em virtude da chegada da Família Real e Abertura dos Portos (1808) e Proclamação da Independência (1822).  A obra, portanto, é leitura obrigatória para quem quer conhecer, além da vida política da época, os hábitos e costumes de uma sociedade escravocrata dominada por sua elite ociosa.

Com vocabulário rico, estilo único e narrativa fluente capaz de prender a atenção do leitor, Setúbal consegue aliar o alto valor historiográfico de sua obra à extrema qualidade literária. Soma-se a isso dezenas de imagens da época, de pintores como Debret, e a nova edição produzida pela Geração Editorial torna-se indispensável na estante de quem procura conhecimento.

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